Mesmo com a possibilidade de concessão das linhas do Metrô de São Paulo pela gestão de Tarcísio de Freitas, o presidente da estatal, Julio Castiglioni, posicionou-se contra a “passagem de bastão” para o setor privado.
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“Eu não acho que essa empresa deva ser privatizada. Eu não acho que as linhas hoje operadas pelo Metrô devam ser concedidas”, afirmou Castiglioni em entrevista à Folha de S.Paulo. A declaração ocorre na mesma semana em que os metroviários ameaçaram uma greve.
O Via Trolebus apurou que há estudos para conceder as linhas antigas em lotes junto com novos projetos. O primeiro pacote seria a Linha 1-Azul em conjunto com a futura Linha 20-Rosa. Na sequência, viriam as linhas 2-Verde e o monotrilho da Linha 15-Prata com a nova Linha 22-Marrom e, por último, a Linha 3-Vermelha com a 19-Celeste.
O presidente do Metrô citou ainda à Folha o discurso do governador durante a inauguração da Linha 17-Ouro, quando Tarcísio afirmou que a estatal deveria continuar operando e construindo ramais. Na ocasião, o governador disse que o “Metrô tem que funcionar como está funcionando”.
“Como uma empresa maravilhosa, a gente tem que continuar fazendo o que está fazendo, continuar entregando linhas para São Paulo”, declarou Tarcísio na época.








