Foto: Estações Ferroviárias
Recordar é viver

Estações que “sumiram” na Linha 12-Safira da CPTM

Com 39 km de extensão, a Linha 12-Safira da CPTM liga o Brás até Calmon Viana, passando por treze estações. Teve sua construção iniciada em 1921 pela Estrada de Ferro Central do Brasil, chamada oficialmente Variante de Poá, quando era diferenciada da chamada linha “Leste – Tronco”, atual 11-Coral.

Tinha um traçado mais suave em termos de curvas e aclives quando comparada com a ferrovia original que seguia de Poá ao Tatuapé, no ramal de São Paulo, justificando sua construção.

Foi inaugurada somente em 1 de abril de 1934 já com serviços suburbanos para bairros então considerados como “rurais”, ao sul do Rio Tietê.

Quatro estações desativadas

A linha tinha pelo menos mais duas estações do trecho que se distancia da linha tronco, até Calmon Viana, que não existem mais hoje. De acordo com o site Estações Ferroviárias, “Agente Cícero” e “Engenheiro Trindade” eram as paradas. A primeira ficava nas proximidades do Clube Esportivo da Penha, e já não existia mais na década de 70. Já a segunda durou mais tempo, e foi desativada em 1999, depois de oito depredações seguidas em onze meses.

Confira também:

Além dessas paradas, outras duas existiam a compartilhavam com a linha tronco:

– Quarta parada | Clemente Falcão

Provavelmente próxima á atual rua Cassandoca. Em 1948, já tinha o nome de Clemente Falcão. A estação foi fechada quando se inaugurou a estação Tatuapé em 1981. O nome da estação deu nome ao cemitério que fica ao lado do SESC Belenzinho.

– Engenheiro Gualberto

Estação que funcionava até os anos 2000, que ficava nas proximidades da estação Carrão

Sobre o autor do post

Renato Lobo

Paulistano, profissional de Marketing Digital, técnico em Transportes, Ciclista, apaixonado pelo tema da Mobilidade, é o criador do Portal Via Trolebus.

1 comentário

Clique aqui para postar um comentário

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

  • Até hoje para mim foi um absurdo a desativação e posterior demolição da estação Engenheiro Trindade, a maioria das pessoas que a usavam era de boa índole, que foram “punidos” por atos de alguns vândalos, é aquela velha história dos bons pagando pelos maus.

Publicidade

Anúncios