A licitação aberta pela Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) para a contratação dos serviços técnicos que darão origem ao anteprojeto de engenharia e ao Estudo de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) da futura Linha 21-Vinho atraiu ao menos oito propostas. O novo ramal foi planejado para conectar o município de Diadema à Zona Leste da capital, com 23 quilômetros de extensão, 21 estações e estimativa de atender 740 mil passageiros diariamente.
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Entre as concorrentes habilitadas com valores apresentados, a menor oferta foi protocolada pela TYLin Brasil, no valor de R$ 14,60 milhões. Na sequência aparecem a Setec Hidrobrasileira, com proposta de R$ 15,19 milhões; a Egis Engenharia e Consultoria, com R$ 15,96 milhões; a Sener Setepla, com R$ 23,52 milhões; e a ARX Brasil, com R$ 23,82 milhões. Outras três propostas entregues no certame constam como desclassificadas na análise preliminar.
Eixo do traçado e próximas etapas do projeto
O traçado preliminar da Linha 21-Vinho parte de Diadema, corta trechos de São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul e segue em direção à Zona Leste paulistana, alcançando áreas estratégicas nos bairros de Aricanduva e Parque do Carmo, além de prever conexão com a Linha 15-Prata na Estação São Lucas.
A elaboração do anteprojeto de engenharia e do EIA/RIMA representa o passo técnico fundamental para definir a diretriz do traçado, os métodos construtivos e as desapropriações necessárias. Concluída essa fase, o Metrô poderá avançar para a contratação dos projetos básicos e executivos, etapa que consolidará o orçamento final e o cronograma oficial para o início das obras civis.




