O projeto de implantação da Linha 22-Marrom do Metrô de São Paulo avançou em seu detalhamento regulatório. De acordo com a ata da reunião do Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado (CONDEPHAAT), publicada na edição do Diário Oficial do Estado desta terça-feira (26/05), o egrégio colegiado deliberou pela aprovação do processo técnico relativo ao novo ramal metroviário.
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A votação do processo de interesse da Companhia do Metropolitano de São Paulo – Metrô registrou uma ampla maioria, recebendo 19 votos favoráveis e uma única abstenção entre os conselheiros presentes na sessão, que foi conduzida pelo presidente do órgão, o arquiteto Victor Hugo Mori.
Durante os relatos técnicos, a vice-presidente do conselho informou que o escopo da análise consistiu na verificação minuciosa das áreas envoltórias e das zonas protegidas pelo CONDEPHAAT ao longo do traçado proposto para a Linha 22-Marrom. O objetivo do procedimento foi mapear e identificar quais pontos específicos da intervenção necessitavam de uma deliberação formal do órgão de preservação patrimonial.
Ressalvas e documentação complementar
Apesar do parecer favorável emitido pelo plenário, a validação do projeto metroviário foi acompanhada de ressalvas técnicas específicas. A coordenação do conselho determinou que o Metrô apresente documentos complementares detalhados a respeito das áreas protegidas, das zonas envoltórias de bens tombados e também das estruturas subterrâneas planejadas para a construção do ramal.
A ata da reunião fixa ainda uma advertência legal padrão à estatal de transporte de que a autorização concedida pelo colegiado não isenta o interessado de obter as devidas aprovações de engenharia e os licenciamentos obrigatórios junto aos demais órgãos públicos e esferas competentes.



