Mobilidade Urbana

São Paulo pode ter 100 mil patinetes elétricas compartilhadas

A prefeitura de São Paulo deve regulamentar o uso dos patinetes elétricos na cidade. A previsão é que o processo dure cerca de três meses.

Atualmente, o uso dos veículos seguem resolução do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), que permite o tráfego em ciclovias e ciclofaixas a no máximo 20 km/h, e em calçadas, com velocidade máxima de 6 km/h.

Segundo levantamento do jornal “Folha de São Paulo“, onze empresas entregaram nesta segunda-feira, 18 de fevereiro, documentos para operar sistemas na cidade de São Paulo: Uber, Yellow, Grin, Trunfo, Tembici, Serttel, Bird, FlipOn, Lime, Scoo, Uber e Mobileasy.

Demanda de usuários

Na avaliação do vereador Police Neto (PSD), as empresas estão interessadas em um mercado que pode chegar a até 15 milhões de deslocamentos por dia.

Fora da calçada

Recentemente, a Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes divulgou que defende que o tráfego seja proibido nas calçadas e a velocidade nas ciclovias, reduzida.

Com as informações de Folha de São Paulo

Sobre o autor do post

Renato Lobo

Paulistano, profissional de Marketing Digital, técnico em Transportes, Ciclista, apaixonado pelo tema da Mobilidade, é o criador do Portal Via Trolebus.

1 comentário

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  • Eu como usuário do serviço, acredito que é importante sim, limitar nas calçadas. É perigoso e a prioridade sempre deve ser do pedestre. Ninguém vai usar os patinetes a 6km/h rs. O transporte é bom porque permite rapidez, a 20km/h.

    Acho interessante deixar apenas nas ciclovias e ruas em geral. vai incentivar a implantação de mais ciclovias e ciclofaixas.

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