Inaugurada no final do século XIX para acolher os viajantes que desembarcavam no Porto de Santos e subiam a serra por ferrovia, a antiga Hospedaria dos Imigrantes, situada entre a Mooca e o Brás, operou como centro de acolhimento até a década de 1970.
Tombado como patrimônio histórico, o complexo abriga hoje o Museu da Imigração, espaço dedicado a preservar a memória dos fluxos migratórios que ajudaram a construir o estado e o país, oferecendo atendimento especializado para famílias em busca de documentos e registros de antepassados.
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A estrutura do museu reúne um amplo jardim de 2.900 metros quadrados — lar de uma figueira com mais de cinco séculos —, auditório para eventos e apresentações, acervo digitalizado e um espaço temático para fotos de época com trajes e ambientações históricas. O local também sedia a tradicional Festa do Imigrante com programação cultural e gastronômica.
Entre os principais atrativos para os visitantes estão as viagens de Maria Fumaça promovidas aos sábados e domingos pela Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF). O percurso de três quilômetros entre as estações Mooca e Brás dura cerca de 30 minutos e conta com monitores a bordo que resgatam o passado ferroviário nacional.








