Durante sua participação no programa “Bom Dia, Ministro”, da EBC, o titular da pasta dos Transportes, George Santoro, detalhou as diretrizes para a reestruturação da Malha Oeste. O plano federal foi formalmente encaminhado ao Tribunal de Contas da União (TCU) na última segunda-feira (8) e foca na criação de um corredor logístico internacional.
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O projeto de revitalização abrange um trecho de mais de 1.800 quilômetros de trilhos. A estratégia do governo visa estabelecer uma rota transoceânica que conectará a infraestrutura ferroviária nacional à malha da Bolívia, permitindo o escoamento de mercadorias até o Porto de Antofagasta, localizado no Chile. Para viabilizar a continuidade da via, o ministério informou que mantém tratativas diretas com o governo boliviano para solucionar as barreiras técnicas nas obras locais até a junção com o sistema ferroviário chileno.
Integração com o Ferroanel Paulista
A nova modelagem desenhada para a Malha Oeste absorveu também o projeto do Ferroanel de São Paulo. A engenharia do anel ferroviário paulista, idealizada originalmente na década de 1960 e que não havia saído do papel, foi incluída no escopo das obrigações da proposta atual.
Com essa fusão de traçados, o governo pretende ligar de forma contínua o novo eixo de exportação aos polos industriais de São Paulo e seguir com o fluxo de transporte de mercadorias até o Rio de Janeiro, otimizando o abastecimento nos principais motores econômicos do país.






