O Banco Mundial enviou um ofício ao Governo de São Paulo e ao Ministério da Fazenda cobrando celeridade na liberação de recursos destinados à expansão da malha metroviária paulista. Segundo informações da coluna Painel, do jornal Folha de S.Paulo, a instituição financeira alertou que atrasos no Governo Federal podem comprometer o cronograma das obras e forçar o reinício de etapas burocráticas.
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O financiamento em questão soma US$ 650 milhões, sendo US$ 250 milhões destinados à extensão da Linha 2-Verde e US$ 400 milhões para levar a Linha 4-Amarela até Taboão da Serra. O alerta ocorre porque os pareceres já emitidos pelo governo federal têm validade apenas até abril. Caso a assinatura dos contratos não ocorra dentro deste prazo, o processo precisará ser reiniciado, gerando “atrasos adicionais e impactos relevantes sobre o cronograma dos projetos”, conforme destacou o banco no documento enviado na última quinta-feira (26/2).
No ofício, o Banco Mundial reforça que o prazo máximo para a assinatura é de 18 meses após a aprovação pelo conselho de diretores. Para a Linha 2-Verde, esse limite vence em agosto deste ano. Em resposta à Folha de S.Paulo, o Tesouro Nacional afirmou que não há atraso no processo e que os trâmites seguem os fluxos habituais de análise e conformidade.







