A ampliação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em São Vicente, com a extensão do trecho entre Barreiros e Samaritá, segue sem definição sobre quem ficará responsável pelas obras e qual será o valor do investimento necessário, de acordo com o Jornal da Orla.
Segundo a superintendente de Transportes Coletivos e Hidroviários da Artesp, Jamile Consulin, o projeto ainda está em fase de tratativas com a concessionária que opera o sistema.
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De acordo com a dirigente, as negociações em andamento envolvem tanto a definição do modelo de execução das obras quanto a elaboração de estimativas de custos para viabilizar a inclusão da expansão no contrato atual da operadora. A alternativa de incorporar a implantação do novo trecho ao escopo contratual existente está sendo avaliada pelo governo estadual.
Jamile Consulin também esclareceu que as intervenções na Ponte dos Barreiros permanecem sob responsabilidade da CPTM, após a extinção da EMTU, que era a gestora do contrato à época do início das obras. Segundo ela, o cronograma desses trabalhos não sofreu alterações e já contempla a adequação da estrutura para receber a futura operação do VLT.
Enquanto isso, os estudos seguem em andamento para definir como a expansão até Samaritá será viabilizada do ponto de vista técnico e financeiro. A proposta é encontrar um modelo que permita avançar com o projeto sem comprometer o planejamento contratual vigente, garantindo a continuidade da expansão do sistema de VLT na Baixada Santista.



