A plataforma de trilhos da Motiva encerrou o primeiro quadrimestre de 2026 com resultados expressivos em sua atuação social. Entre janeiro e abril, a companhia realizou 55 ações de responsabilidade social que impactaram diretamente quase 24 mil pessoas nas regiões atendidas por suas operações em São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia, reforçando o compromisso da empresa com a geração de valor para além da mobilidade urbana.
No período, a concessionária mobilizou 1.630 voluntários em diferentes frentes de atuação e destinou mais de 3.900 itens para instituições parceiras. Essas doações, que beneficiaram aproximadamente 1.500 pessoas, foram viabilizadas por meio do programa de reaproveitamento de objetos do setor de achados e perdidos das operações.
Para manter o ritmo de expansão dessas iniciativas nos três estados, o planejamento da companhia aposta na diversificação do uso de sua infraestrutura. Segundo a empresa, a estratégia para ampliar os resultados é aumentar a oferta de serviços diretamente nas estações — alinhados à estratégia social —, transformando-as em espaços de convivência e conveniência para clientes e comunidades lindeiras, além de expandir as palestras sobre mobilidade urbana em escolas do entorno.
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Doações de achados e perdidos ganham gestão estratégica e alcance ampliado
O programa de reaproveitamento dos itens esquecidos nos trens e estações segue normativas rígidas até a destinação final. Conforme as regras da concessionária, os objetos perdidos permanecem quatro dias na estação de origem. Se não forem resgatados, seguem para a Central de Achados e Perdidos (CAP), onde ficam guardados por três meses. No caso de bicicletas deixadas nos bicicletários, o prazo é de quatro dias na estação e 60 dias na CAP. Após esse período, os itens em bom estado são liberados para doação.
A triagem é realizada pelas instituições sociais parceiras, que direcionam os materiais para o atendimento direto aos beneficiários ou para a venda em bazares com custo social, gerando renda para a sustentabilidade das entidades.
A rede de parceiros também passou por uma reformulação recente. Se antes a parceria se concentrava na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), o grande volume de doações levou a uma expansão promovida em 2025. Após levantamento e validação interna, a empresa selecionou mais duas entidades de representatividade comunitária por estado. Hoje, o programa conta com oito instituições credenciadas na Bahia, no Rio de Janeiro e em São Paulo.
Formação, integração comunitária e portas abertas nas garagens
Entre os destaques do quadrimestre está o Programa Cidadão do Futuro, iniciativa voltada à formação cidadã e à aproximação de estudantes com o universo da mobilidade urbana. Mais de 900 alunos e entusiastas do setor participaram de palestras educativas e de visitas técnicas às instalações operacionais, incluindo o Pátio Vila Sônia, em São Paulo. A ação busca ampliar o acesso ao conhecimento sobre infraestrutura, segurança e inovação metroferroviária.
O programa atua estruturado em três eixos principais:
Palestras ministradas por gestores sobre mobilidade urbana em escolas públicas e técnicas vizinhas às linhas em SP, RJ e BA;
Visita aos pátios de manutenção para estudantes de todas as idades que participaram das palestras;
Visitações guiadas abertas a entusiastas do setor metroferroviário e à comunidade em geral.
Escolas e grupos interessados em participar das visitas técnicas ou em receber as palestras podem solicitar o agendamento pelo e-mail oficial do programa: responsabilidadesocial.plataformamobilidade@motiva.com.br.
Inclusão nas estações e incentivo ao trabalho voluntário
Outro eixo de destaque foi o Espaço Motiva Social, plataforma que reúne ações realizadas diretamente nas estações para acolhimento, inclusão e apoio às comunidades do entorno. O programa contempla campanhas solidárias, atividades educativas e mobilizações comunitárias, transformando as estações em pontos estratégicos de conexão com a sociedade.
O engajamento interno é viabilizado pelo projeto Voluntariado Trilhos. A companhia incentiva a participação de seu quadro funcional liberando até 24 horas de trabalho por ano (sendo no máximo 12 horas por semestre) para dedicação às ações sociais comunitárias. A cada atividade realizada, o colaborador recebe um certificado e desenvolve competências pessoais (soft skills) ligadas ao apoio humanitário e à redução das desigualdades locais.
“Nossa atuação parte da premissa de que a mobilidade também pode ser uma alavanca de transformação social. Ao aproveitarmos a presença das nossas estações e a conexão que elas estabelecem com milhões de pessoas, conseguimos desenvolver iniciativas que ajudam a melhorar a vida das comunidades do entorno e ampliar o impacto positivo da nossa operação para além do transporte”, destaca Ivana Nascimento, coordenadora da área de Responsabilidade Social da plataforma de trilhos da Motiva.
A empresa é atualmente a maior operadora de mobilidade sobre trilhos da América Latina. Com presença em três estados, cinco concessões e 95 estações, a Motiva transporta cerca de 750 milhões de passageiros por ano e utiliza sua capilaridade territorial para promover o desenvolvimento social, educacional e comunitário.




