A cidade de São Paulo passará a contar com cerca de 117 km de extensão de linhas de metrô a partir desta semana, impulsionada pela inauguração de um novo eixo metroviário e pela ampliação de um ramal de monotrilho.
Até então, o sistema estrutural da capital paulista totalizava 111 km de vias distribuídas por sete linhas, sendo cinco operadas por metrô convencional e duas por tecnologia de monotrilho. Com o início das operações no trecho inicial da Linha 6-Laranja, situado entre as estações João Paulo I e Perdizes, a malha recebe o incremento de aproximadamente 5 km de trilhos. Adicionalmente, a ativação do novo segmento da Linha 17-Ouro entre as estações Brooklin Paulista e Washington Luís adiciona quase 1 km à rede.
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Embora a malha paulista consolide sua posição como a maior do Brasil e supere a rede de Caracas, na Venezuela — que possui 107 km de extensão —, o indicador de São Paulo ainda se posiciona atrás de redes internacionais da América do Sul, como a de Santiago do Chile, que opera com quase 150 km de linhas dedicadas ao metrô urbano.
Avanço com obras em andamento
O planejamento indica que o sistema metroviário paulista pode se aproximar da extensão registrada na capital chilena nos próximos anos, caso o ritmo das frentes de engenharia seja mantido.
Atualmente, São Paulo contabiliza cerca de 32,4 km de malha metroviária em fase ativa de construção, divididos entre os seguintes projetos de infraestrutura e expansão de capacidade:
– Extensão restante da Linha 6-Laranja (Perdizes – São Joaquim / João Paulo I – Brasilândia): 10 km
– Prolongamento da Linha 2-Verde (Vila Prudente – Penha / Penha – Guarulhos): 14,5 km
– Expansão da Linha 4-Amarela (Vila Sônia – Taboão da Serra): 3,3 km
– Ampliação da Linha 15-Prata (Ipiranga – Jacu-Pêssego): 4,6 km




