Mobilidade Urbana

Jilmar Tatto, candidato do PT à prefeitura de São Paulo, defende passe-livre

Após o Partido dos Trabalhadores (PT) ter escolhido seu candidato à prefeitura de São Paulo, Jilmar Tatto que foi secretário dos transportes das gestões Marta Suplicy e Fernando Haddad, defende a implantação de um passe-livre, de acordo com o jornal Folha de São Paulo. Tatto defendeu a isenção das passagens de forma progressiva.

“Vou implementar tarifa zero de forma progressiva. Você tem vários financiamentos. Subsídio é um. Vale-transporte universal é outro, acabar com os 6% que o empregado paga. Tem recursos dos aplicativos [de transporte]. Você pode pegar das operações urbanas e ter uma Cide municipal [cobrada sobre combustíveis], que exige lei federal. Eu sei onde buscar os recursos.

Quando você dá o transporte gratuito, aquece a economia. Pode começar a fazer de madrugada, aos domingos, às segundas para quem vai buscar emprego.” – diz o ex-secretário.

Atualmente a prefeitura de São Paulo já custeia parte da passagem, em torno de R$ 3 bilhões anualmente, que representa quase a metade da passagem. Este valor inclui as gratuidades além das transferências do bilhete único.

Sobre o autor do post

Renato Lobo

Paulistano, profissional de Marketing Digital, técnico em Transportes, Ciclista, apaixonado pelo tema da Mobilidade, é o criador do Portal Via Trolebus.

comentários

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  • Então por que não fizeram durante o mandato dele como secretário de transportes? Aliás, aumentaram os repasses para as empresas e também o valor da passagem. Mais uma proposta populista pra enganar o povo e depois não ser cumprida.

  • eu acho que mais importante que o passe livre, é acabar com a mafia das empresas de onibus, que tambem está virando mafia das concessionarias de transporte (ou melhor, CCR) e adotar um sistema unico em toda a RMSP, com integraçao tarifaria entre onibus, metrô e trem. é vc pegar um onibus em francisco morato, pegar o trem , metrô e depois outro em SP, com a mesma passagem , ou pelo menos, com integraçao atraves de um mesmo sistema de pagamento. sem fazer isso, nao adianta dar passe livre, nao adianta fazer nada. hoje o onibus municipal é concorrente dos trilhos e dos onibus intermunicipais. uma pessoa que mora em bairro distante da grande SP, pega um onibus mais caro e que dá um milhao de voltas, para pagar uma passagem só. esse onibus roda vazio quando entra em SP, porque ninguem vai embarcar por ser mais caro , nao ter integraçao e nao aceitar o BU municipal, ocupa espaço na rua, causa poluiçao , barulho, desgasta o asflato, sem trazer nenhum beneficio para os habitantes de SP

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