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CRRC apresenta modelo de trem de alta velocidade “flexível”

A chinesa CRRC Tangshan apresentou seu novo modelo de trem de alta velocidade com a possibilidade de formação de comboio de forma flexível. De acordo com a fabricante, a composição pode ser formada com veículos de um ou dois andares em formações que variam de dois a 16 carros.

A empresa diz que o trem pode ser configurado livremente em resposta à demanda de passageiros, ao contrário da geração atual de trens de alta velocidade de energia distribuída, que operam em formações fixas de oito ou 16 carros.

Outra novidade é que o vagão restaurante está equipado com compartimentos de carga no convés inferior para transportar contêineres isolados e refrigerados. O trem também foi projetado para acomodar pequenos contêineres.

A CRRC planeja oferecer o trem em variantes de 160, 250 e 350 km/h. A empresa afirma ter aplicado quase 80 patentes no desenvolvimento do trem.

Sobre o autor do post

Renato Lobo

Paulistano, profissional de Marketing Digital, técnico em Transportes, Ciclista, apaixonado pelo tema da Mobilidade, é o criador do Portal Via Trolebus.

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  • A China está colhendo os frutos do seu investimento no setor. Se nós quisermos contar com trens de alta velocidade devemos parar de buscar atalhos, como o estúpido projeto do TAV, e fazermos como os chineses, japoneses, espanhóis, franceses, etc, que por muitos anos investiram em pesquisa e desenvolvimento.
    O trem de alta velocidade é um produto de investimento de longo prazo.

    • Rafael Oliveira, você está certíssimo, porém o Brasil, desde os anos 1950, adotou, de modo errôneo, o transporte rodoviário para longas distâncias, e o país se entregou ao poder das indústrias automobilísticas e das empresas de ônibus. Enquanto o mundo investiu tanto na expansão da malha ferroviária quanto em novas tecnologias para o setor, o Brasil assistiu ao fechamento da Mafersa e da Cobrasma por elas não terem “serviço”. O Brasil necessita urgentemente aprender a investir no longo prazo para colhermos frutos.

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