Monotrilho

Doria sinaliza mudanças em projeto da Linha 18-Bronze

O governador de São Paulo, João Doria, disse que o governo estuda uma eventual mudança no projeto da Linha 18-Bronze do Metrô.

Essa linha 18 será implementada. Estamos estudando qual o melhor formato, mas obra parada não vai existir em nosso governo. O próprio projeto pode mudar para uma viabilização com recursos privados”. – disse Doria, durante evento no ABC Paulista, região que será atendida pela linha 18, que ligará a estação Tamanduateí até Djalma Dutra, em São Bernardo do Campo, passando por São Caetano e Santo André.

Existem informações não confirmadas oficialmente que um novo meio de transporte poderia dar lugar ao monotrilho, como um corredor de ônibus ou até um Veículo Leve Sobre Trilhos- VLT.

Mas uma Parceria Público Privada – PPP foi assinada com o consórcio Vem ABC, já prevendo o uso dos trens aéreos. O governo estadual teve problemas com recursos para desapropriações dos canteiros centrais.

Nós estamos estudando qual a melhor das alternativas, mas há alternativas. Estamos cientes de que há e oportunamente vamos anunciar.” disse o governador.

Veja também: 5 projetos metroferroviários para o ABC Paulista

Sobre o autor do post

Renato Lobo

Paulistano, profissional de Marketing Digital, técnico em Transportes, Ciclista, apaixonado pelo tema da Mobilidade, é o criador do Portal Via Trolebus.

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  • A importância da padronização na especificação técnica Monotrilho, People Mover ou Aero Trem
    Uma vez que a empresa Scomi declinou, porque desta insistência em se usar um monotrilho nas Linhas 17-Ouro ou 18-Bronze, que possui uma modelagem única para cada fabricante, significando que ele que ele só monta na sua configuração, se especificar BYD, Bombardier ou quaisquer outros, de mais simples implantação, só poderá ser exclusivo cativo refém deste fornecedor.

    Com relação ao desempenho técnico do atual monotrilho Linha 15-Prata, por ser um protótipo de alta capacidade, deveria ser finalizado e comprovado sua eficácia e desempenho antes de se especificar este tipo de modal para quaisquer outras linhas!

    Das mudanças propostas para a Linha 18-Bronze a única que entendo ser correta e sensata, é a mudança da extensão do terminal da CPTM Linha -10 do Tamanduateí para o Sacomã, não significando que não tenha que cruzar por ele.

    Destas conclusões entendo que a especificação do modelo nacional “Aerotrem” ou “Aeromovel” da Coester / Siemens que é uma espécie de VLT-Veiculo Leve sobre Trilhos elevado, iguais aos adotados nos aeroportos Salgado Filho-RS e já definido para a extensão da Linha 13-Jade Guarulhos-SP em bitola de 1,6m que facilita o uso de pátios e oficinas comuns compartilhado com o Metrô e CPTM, de mais simples implantação e manutenção e economia, o que diminui seu custo, pois utiliza rodeiros iguais sobre trilhos de aço além de chaveamento de mudança de vias simples, tratando-se de um trem mais estável com menor amplitude e que portanto oscila menos ao trafegar que um “Monotrilho” ou “People Mover”, semelhante ás linhas de Trens e Metrôs seja o mais indicado, com a grande vantagem de se ampliar o número de fornecedores e fabricantes.

  • Esta é mais uma das múltiplas lambanças destes 25 anos de PSDB, estes governantes são os das infindáveis obras incompletas como a Linha 15-Prata que era para estar concluída em 2014 e até hoje 2019 não chegou até a metade! , e esta insensatez de se colocar a estação a 1,3 km de distância do desembarque da Linha 13-Jade demonstra mais um despreparo e irresponsabilidade. Já estamos em 2019, e nada de túnel e nem ponte Santos Guarujá que deveria incluir também espaço para uma linha de VLT – “Veiculo leve sobre trilhos”, e novamente é adiado o início da expansão da linha 2-Verde do metrô até Guarulhos, e não deve ter sua extensão concluída até 2021 se dependermos destes atuais governantes federais, estaduais e municipais, devemos conviver com isto, pois afinal o papel aceita tudo!!!.

    No Brasil não existe uma lei semelhante a das Responsabilidades Fiscais (mais conhecida como “Pedaladas fiscais”), que pune o governante que gasta mais do que arrecada, ou que repassa para o seu sucessor as dívidas contraídas no seu período de mandato, e que burla a lei, por este motivo não acontece punição alguma para quem promete nas campanhas eleitorais e não as cumpre.

    O resultado disto são as inumeráveis obras incompletas e um infindável festival de compromissos não cumpridos, e os responsáveis imputados.

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