Tarifa

Alckmin e Doria reajustam integração e bilhetes temporais

O governador Geraldo Alckmin e o prefeito eleito João Doria mantiveram intactas as taifas de ônibus municipal, Metrô e CPTM porém, em contrapartida, vão reajustar a integração com os modais e os bilhetes diários e mensais acima da inflação do período. As novas tarifas começam a valer no dia 8 de janeiro.

A integração Metrô/CPTM e ônibus subirá de R$ 5,92 para R$ 6,80, aumento de 14.8%. A inflação no período foi de 7,25%.

O Bilhete Único Mensal, desde sua criação há 3 anos, nunca teve reajuste. Para utilizar só ônibus ou só Metrô/CPTM, o valor passará dos atuais R$ 140 para R$ 190. Aumento de 35,7% –a inflação desde a implementação é de 26,6%. Agora, o bilhete só torna-se vantajoso para quem realizar mais de 50 viagens no mês. O mensal, que compartilha tanto ônibus como rede metroferroviária, aumentará de R$ 230 para R$ 300, aumento de 30,4% –a inflação é de 26,6%. Essa modalidade é sugerida para quem usa mais de 44 viagens ao mês.

O Bilhete Diário, só para ônibus ou Metrô/CPTM, que hoje custa R$ 10, passará a R$ 15, variação de 50%. Já a versão que integra os dois modais sairá de R$ 16 para R$ 20.

As gestões estaduais e municipais decidiram extinguir a versão semanal. Segundo anúncio, menos de 0,05% dos usuários aderiram a este sistema.

O Bilhete Fidelidade terá desconto de até 10,5%, de acordo com o número de viagens. Atualmente, no caso de 50 viagens, o desconto é de 17,6%. Os bilhetes Madrugador e Da Hora passarão de R$ 2,92 para R$ 3,40, aumento de 16,4%.

Sobre o autor do post

Caio Lobo

Paulistano e Corinthiano, formado em Marketing porém dedicou sua experiência profissional, pós-graduação e MBA na área de Finanças. Temas relacionados à mobilidade urbana o fascinam, principalmente quando se fala de metrô.

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