Foto: Carlo Wrede / Agência O Dia
VLT

Mockup do VLT do Rio está em exposição na Cinelândia

Previsto para ter a primeira fase em operação no primeiro semestre de 2016, o VLT do Rio de Janeiro seguirá os mesmos moldes do de Dubai, sem catenária, isto é, sem os cabos. Leia mais
Foto:  Carlo Wrede / Agência O Dia
Foto: Carlo Wrede / Agência O Dia

Previsto para ter a primeira fase em operação no primeiro semestre de 2016, o VLT do Rio de Janeiro seguirá os mesmos moldes do de Dubai, sem catenária, isto é, sem os cabos. E nete ultimo domingo, 22, os cariocas já podem ter um gostinho de como serão os trens que cirluarão pelo Centro e pela Zona Portuária.

Um mockup do VLT foi colocado na Cinelândia e a visitação pode ser feita de segunda a sexta-feira, das 9h às 19h, e aos sábados, das 9h às 14h. O VLT Carioca poderá transportar 300 mil pessoas por dia. Cada trem comporta até 420 passageiros.

“Todo mundo que chegar ao Rio de Janeiro vai ter acesso a esse transporte moderno, ecologicamente correto, que vai permitir a diminuição do número de carros e ônibus no Centro da cidade. É um bonde moderno, a volta daquilo que nunca deveria ter saído do Rio de Janeiro”, disse o prefeito Eduardo Paes. “É claro que, quando você provoca esse transtorno todo na vida das pessoas, e aqui na Rio Branco (ele se referia às obras na avenida), é importante que elas tenham noção do que vem por aí. Esse será mais um legado das Olimpíadas”. – diz o prefeito.

A primeira fase vai ligar a Rodoviária Novo Rio ao Aeroporto Santos Dumont e deve ter operação comercial iniciada no primeiro semestre de 2016. A previsão inicial deste trecho era para julho deste ano. A segunda etapa incluirá a ligação entre a Central do Brasil e a Praça Quinze e deve ser entregue em setembro do ano que vem, após as Olimpíadas.

“O VLT sai para as Olimpíadas. A gente começa a ter trem circulando já no final deste ano, ainda em fase de testes operacionais, com a população utilizando no primeiro semestre do ano que vem. As obras estão dentro do cronograma. Para desgraça de alguns, vamos entregar tudo em dia. Vamos começar com calma. É um sistema novo, as pessoas vão ter que se acostumar com ele. É uma alternativa importante ao carro e ao ônibus e tem que ser implementada aos poucos, para não gerar problema de superlotação. Talvez o problema do Transoeste tenha sido o subdimensionamento de algumas estações, como a do centro de Santa Cruz, que é pequena para a quantidade de pessoas que vivem lá”. – completa Paes.

O VLT Carioca terá 28 km distribuídos em 6 linhas. 32 veículos serão utilizados. A Alstom, responsável pelos trens, inaugurou este mês uma fábrica em Taubaté para a fabricação dos VLTs.

Sobre o autor do post

Caio Lobo

Paulistano e Corinthiano, formado em Marketing porém dedicou sua experiência profissional, pós-graduação e MBA na área de Finanças. Temas relacionados à mobilidade urbana o fascinam, principalmente quando se fala de metrô.

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