Uma nova greve de ônibus pode atingir o sistema paulistano na zona sul de São Paulo ainda nesta quarta-feira, 21 de outubro de 2026. Os trabalhadores estariam insatisfeitos com desligamentos e descontos no salário após a paralisação de segunda-feira. A paralisação pode atingir linhas que operam operadas pela Transwolff, que atuam na zona sul de São Paulo
Já a Prefeitura de São Paulo, por meio de um comunicado, confirmou a possibilidade de nova paralisação. A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) e a SPTrans repudiaram a ameaça de nova paralisação nos lotes D10 e D11 do transporte por ônibus de São Paulo, prevista para esta quarta-feira (21). Segundo a prefeitura, o ato pode prejudicar cerca de 500 mil passageiros. A gestão municipal diz que a Guarda Civil Metropolitana (GCM) dará apoio às garagens e que os funcionários que aderirem terão o dia descontado.
De acordo com a SMT e a SPTrans, a GCM vai assegurar a entrada e a saída dos veículos e permitir que os trabalhadores cumpram suas jornadas. A prefeitura afirma que a interrupção de um serviço essencial sem comunicação oficial prévia, com antecedência mínima de 72 horas, contraria a Lei Federal nº 7.783/1989, a Lei de Greve. Na segunda-feira (19), a paralisação do lote D10 já havia afetado, segundo a prefeitura, 267 mil passageiros.
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A gestão municipal informou que, na segunda, três funcionários da Transwolff foram desligados por terem sido identificados como responsáveis pela interrupção irregular do serviço. O comunicado não esclarece quem os identificou nem em que condições foram desligados.
Sobre os pagamentos aos colaboradores da Transwolff, a prefeitura diz que os valores de INSS e FGTS estão sendo depositados integralmente em juízo, à espera de decisão da Justiça. Segundo a SMT e a SPTrans, todas as obrigações estão sendo cumpridas pela SPTrans e os documentos que comprovam isso foram apresentados aos empregados na segunda-feira.
A prefeitura reforça que a Transwolff não opera na cidade desde dezembro de 2025 e que o processo de alteração da identificação dos ônibus começou na terça-feira (20). A mudança, segundo a gestão municipal, já estava prevista e não altera o vínculo dos trabalhadores com a operação do sistema.
Nota na íntegra:
A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) e a SPTrans repudiam a ameaça de nova paralisação nos lotes D10 e D11 do transporte público, prevista para esta quarta-feira (21), que pode prejudicar cerca de 500 mil passageiros. Para garantir a circulação dos ônibus, a Guarda Civil Metropolitana (GCM) dará apoio às garagens, assegurando a entrada e a saída dos veículos e permitindo que os trabalhadores cumpram suas jornadas. Os funcionários que aderirem à paralisação terão o dia descontado do salário.
A SMT e a SPTrans destacam que a interrupção de um serviço essencial sem comunicação prévia oficial, com antecedência mínima de 72 horas, contraria a Lei Federal nº 7.783/1989, conhecida como Lei de Greve. Na segunda-feira (19), três funcionários da Transwolff foram desligados após serem identificados como responsáveis pela interrupção irregular do serviço. Em relação aos pagamentos dos colaboradores da Transwolff, os valores referentes ao INSS e ao FGTS estão sendo depositados integralmente em juízo, à espera de deliberação da Justiça. Todas as obrigações estão sendo rigorosamente cumpridas pela SPTrans e os documentos comprobatórios foram apresentados aos empregados ontem (19). A Prefeitura destaca que a Transwolff não opera na cidade desde dezembro de 2025 e que um processo de alteração da identificação dos ônibus começou nesta terça-feira (20). A mudança já estava prevista e não altera o vínculo dos trabalhadores com a operação do sistema.






