O Ministério dos Transportes detalhou, durante a conferência P3C 2026 em São Paulo, as estratégias para a modernização da infraestrutura nacional. O foco central é a nova Política Nacional de Outorgas Ferroviárias, lançada em dezembro de 2025, que prevê a realização de oito leilões e um montante de R$ 140 bilhões em investimentos para o setor ferroviário ainda este ano.
Segundo o secretário Nacional de Transporte Ferroviário, Leonardo Ribeiro, o novo modelo inédito de funding combina recursos públicos e privados. O objetivo é aumentar a eficiência e produtividade do modal para inserir o Brasil com mais competitividade no mercado internacional. A política estabelece diretrizes de planejamento, governança e sustentabilidade para o segmento.
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No setor rodoviário, a pasta projeta um ritmo recorde com 13 leilões previstos para 2026. O secretário-executivo, George Santoro, destacou que a agenda de concessões federais foi construída para ser uma política de Estado, com uma carteira contínua que garante leilões para as próximas gestões. Até o fim do atual ciclo, o Ministério espera atingir 35 concessões, totalizando R$ 396 bilhões aplicados na malha viária.
A secretária Nacional de Transporte Rodoviário, Viviane Esse, ressaltou ainda o Programa de Otimização de Contratos, feito em parceria com o TCU. A iniciativa permitiu repactuar nove contratos “estressados”, destravando obras paralisadas sem a necessidade de novos leilões. Complementando a estratégia, o subsecretário Cloves Benevides enfatizou a inclusão de critérios de sustentabilidade nas “concessões verdes”, visando o cumprimento das metas de descarbonização do Plano Clima.





