CPTM

GRU Airport escolhe Aeromovel e deve iniciar ligação entre aeroporto e CPTM em Janeiro

Uma publicação do jornal gaúcho GZH da conta de que a implantação da ligação entre a estação Aeroporto Guarulhos, da Linha 13-Jade da CPTM, e os três terminais de embarque começa em janeiro de 2021, e o meio de transporte seria concluído em 2022.

Outra novidade é que a empresa teria escolhido o modelo brasileiro Aeromovel, que já faz a ligação em Porto Alegre, entre o Aeroporto Salgado Filho e uma estação da Trensurb.

No final do mês passado, a construção de um sistema de people mover no Aeroporto de Guarulhos foi liberada pelo governo federal.

O eixo de transporte entre a CPTM e os trens terminais é distante, sendo necessário a utilização de um ônibus, e a conclusão do meio de locomoção que vai agilizar as operações, dependia de uma negociação entre a concessionária do Aeroporto (GRU Airport) e o governo federal.

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, assinou um oficio e enviou à Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) inclui a construção do meio de transporte, entre as obrigações da concessionária do aeroporto.

Sobre o autor do post

Renato Lobo

Paulistano, profissional de Marketing Digital, técnico em Transportes, Ciclista, apaixonado pelo tema da Mobilidade, é o criador do Portal Via Trolebus.

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  • Como já havia comentado no canal do Youtube sobre este tema, o primeiro projeto e aplicação do Aeromóvel como o de Porto Alegre – RS, foi realizado pelo engenheiro Isambard Kindom Brunel (1806 – 1859) em 1847, chamava-se “ferrovia atmosférica”, utilizando pressão para impulsionar os trens. Nesta versão os motores a vapor ficavam em estágios regulares ao longo da linha produzindo pressão de ar, de modo que a diferença de pressão dentro do tubo de ar movia o trem. Este projeto foi implantado na Inglaterra e EUA. Era um sistema mais eficiente que trem a vapor, viajavam a 64 Km/h mas, por serem os tubos vedados com couro e sebo, eram roídos por ratos das florestas onde passavam, causando sérios vazamentos. Os projetos seguiram até 1870 quando foram extintos. (CHALINE, E. As piores invenções da história. Rio de Janeiro, Sextante, 2015). O curioso é que pesquisadores estrangeiros não sabem do sucesso da “ferrovia atmosférica” aqui no Brasil em POA.

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