Metrô SP

O trem que deixa os trilhos do Metrô “um tapete”

O Metrô de São Paulo adquiriu um trem esmerilhador que analisa a situação dos trilhos. Nesta quarta-feira, 11 de novembro de 2020, o presidente da empresa, Silvani Pereira, esteve no Pátio Jabaquara para entregar o novo equipamento, que será usado para manutenção da via permanente nas linhas 1 Azul, 2 Verde e 3 Vermelha.

Foto: Renato Lobo | Via Trolebus

De acordo com o presidente, o novo veículo conta com melhorias tecnológicas em comparação ao que já atua, há 35 anos, na companhia. O maquinário ainda poderá prestar serviços remunerados a outras operadoras, o que poderá ajudar no caixa da empresa.

Foto: Renato Lobo | Via Trolebus
Foto: Renato Lobo | Via Trolebus

O novo veículo pode aumentar em 3 vezes a vida útil do trilho, e foi produzido pela Harsco Rail, uma empresa industrial global com sede no estado norte-americano da Pensilvânia. A fabricante opera em 30 países e emprega aproximadamente 11.000 pessoas em todo o mundo. A Harsco fornece serviços industriais e produtos de engenharia que atendem a grandes indústrias, incluindo aço, ferrovias e energia.

Sobre o autor do post

Renato Lobo

Paulistano, profissional de Marketing Digital, técnico em Transportes, Ciclista, apaixonado pelo tema da Mobilidade, é o criador do Portal Via Trolebus.

1 comentário

Clique aqui para postar um comentário

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

  • Tuneladoras e trens esmerilhadores são ferramentas de grande porte e que exigem manutenção e conservação constantes, e com relação ás duas máquinas tuneladoras (tatuzões) para Linha 6-Laranja não poderão ser utilizadas na Linha 2, quantos milhões custou cada uma, que eu saiba elas deveriam ser ajustáveis para bitola 1,6m uma vez que o diâmetro externo dos túneis é exatamente o mesmo, caso contrário significa que não serviram para expansão de outras linhas como a Linha-2 Verde, e se terá que comprar outras novas, espero que isto não aconteça, pois assim será a comprovação que não existe planejamento algum, exatamente ao contrario que apregoa alguns incautos, além de bloquear sua interpenetração na estação São Joaquim na Linha 1-Azul, que é em 1,6m obrigando os passageiros a baldeação obrigatória para prosseguir viagem ou seja, será uma repetição do mesmo equivoco que ocorreu com relação a Linha 5-Lilás na Chácara Klabin, e 15-Prata em Vila Prudente, em que se planejam as correções e extensões de ambas para fazerem terminação em comum na Estação Ipiranga da Linha 10-Turquesa.
    As atitudes dos gestores de não padronizar as linhas do Metrô e em diversificar modulações como tipo de alimentações elétricas, bitola, promovendo bloqueios de composições, galpões de lavagens garagens, oficinas, acontece exatamente o oposto que a CPTM, nas quais a totalidade das composições tem livre penetração em “Y” sem baldeações, assim como acontece em todas as linhas metrô ferroviárias mundiais como as linhas 12-Safira e 13-Jade entre outras, e que poderão trafegar não só em São Paulo como todas principais capitais do Brasil, tem levado a mais grande este prejuízo, por conta desta diversidade e uma economia não comprovada.

    “Quando não se aprende com os erros do passado, corre-se o risco de repeti-los no presente”

Publicidade

Anúncios