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Metrô vai contratar readequação da estação São Joaquim para integração com a Linha 6

Uma licitação lançada pelo Metrô de São Paulo deve contratar uma empresa para trabalhos no projeto básico de reforma da estação São Joaquim. A parada, que atualmente serve como um ponto de embarque e desembarque da Linha 1-Azul, deve ser o terminal e ponto de conexão com a Linha 6-Laranja, que virá da Brasilândia.

A contratação foi publicada no Diário Oficial do Estado desta quinta-feira, 12 de novembro de 2020, e o edital completo vai ser disponibilizado na sexta-feira. Os interessados devem entregar as propostas no dia 21 de janeiro de 2021.

As obras da Linha 6 estão em curso, e segundo uma reportagem do UOL, as escavações devem começar em 2021. Em um comunicado ao UOL, a Acciona, responsável pela construção e operação do ramal, disse que o eixo de transporte será entregue de uma só vez:

“[A obra] será concluída em cinco anos, sem entregas parciais. A equipe contratada já realiza gradualmente o trabalho de limpeza dos canteiros que estavam abandonados. Em 2021, com o início das escavações, a maior parte das futuras estações estará com alguma atividade.” –  diz trecho da publicação que fala sobre problemas nos canteiros centrais. Já o secretário afirmou que a zeladoria dos canteiros são de responsabilidade da concessionária:

“Eles [Acciona] estão organizando as equipes para trabalharem nesses locais. Todo trabalho de zeladoria e manutenção dos locais das obras são exclusivamente de responsabilidade da concessionária. No segundo bimestre de 2021, teremos as frentes de trabalhos nos canteiros. Aí teremos as demolições que restam ser feitas e todo trabalho de preservação dos pontos”, disse o secretário.

Sobre o autor do post

Renato Lobo

Paulistano, profissional de Marketing Digital, técnico em Transportes, Ciclista, apaixonado pelo tema da Mobilidade, é o criador do Portal Via Trolebus.

1 comentário

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  • Tuneladoras e trens esmerilhadores são ferramentas de grande porte e que exigem manutenção e conservação constantes, e com relação as duas máquinas tuneladoras (tatuzões) para Linha 6-Laranja não poderão ser utilizadas na Linha 2, quantos milhões custou cada uma, que eu saiba elas deveriam ser ajustáveis para bitola 1,6m uma vez que o diâmetro externo dos túneis é exatamente o mesmo, caso contrário significa que não serviram para expansão de outras linhas como a Linha-2 Verde, e se terá que comprar outras novas, espero que isto não aconteça, pois assim será a comprovação que não existe planejamento algum, exatamente ao contrario que apregoa alguns incautos, além de bloquear sua interpenetração na estação São Joaquim na Linha 1-Azul, que é em 1,6m obrigando os passageiros a baldeação obrigatória para prosseguir viagem ou seja, será uma repetição do mesmo equivoco que ocorreu com relação a Linha 5-Lilás na Chácara Klabin, e 15-Prata em Vila Prudente, em que se planejam as correções e extensões de ambas para fazerem terminação em comum na Estação Ipiranga da Linha 10-Turquesa.

    As atitudes dos gestores de não padronizar as linhas do Metrô e em diversificar modulações como tipo de alimentações elétricas, bitola, promovendo bloqueios de composições, galpões de lavagens garagens, oficinas, acontece exatamente o oposto que a CPTM, nas quais a totalidade das composições tem livre penetração em “Y” sem baldeações, assim como acontece em todas as linhas metrô ferroviárias mundiais como as linhas 12-Safira e 13-Jade entre outras, e que poderão trafegar não só em São Paulo como todas principais capitais do Brasil, tem levado a mais grande este prejuízo, por conta de uma economia não comprovada.

    “Quando não se aprende com os erros do passado, corre-se o risco de repeti-los no presente”

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