Metrô SP

Como o Metrô retira um trem com falha que não pode sair do lugar?

No dia 18 de novembro de 2020, um trem do monotrilho apresentou falha e precisou ser rebocado por outro. O procedimento, que é padrão na companhia, acabou sendo confundido com uma nova colisão entre os trens aéreos, e vídeos viralizaram com a fake news.

O Metrô de São Paulo acabou chamando alguns veículos de comunicação, entre eles o Via Trolebus, para mostrar como é feito o treinamento de reboque. Veja o vídeo acima. 

Basicamente, um trem pode rebocar o outro, sem que seja preciso alocar um veículo de manutenção. O fato acaba agilizando o restabelecimento da operação.

Foto: Renato Lobo | Via Trolebus
Foto: Renato Lobo | Via Trolebus

Quem mostrou o procedimento foi o coordenador de trafego, Gildo Prado. Gildo explicou que algumas falhas podem impossibilitar a partida de um trem, e para retirar a composição avariada, todas as outras, assim como seus operadores, são habilitados para realizar o procedimento de rebocar um comboio com falha.

Foto: Renato Lobo | Via Trolebus
Foto: Renato Lobo | Via Trolebus

Em outras palavras, um trem do Metrô é capaz de puxar ou empurrar outro, sem que seja preciso deslocar um veículo auxiliar de manutenção do pátio, até o local da ocorrência. Já imaginou como seria levar um socorro, do Jabaquara até a Santana, e ainda ter que desviar de todos ou outros trens?

Foto: Renato Lobo | Via Trolebus

Gildo ainda explica que procedimento não é tão comum nas operadoras mundo a fora. Após o reboque, os grande comboio formado por 12 carros é levado ao pátio para as devidas manutenções.

Sobre o autor do post

Renato Lobo

Paulistano, profissional de Marketing Digital, técnico em Transportes, Ciclista, apaixonado pelo tema da Mobilidade, é o criador do Portal Via Trolebus.

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