CPTM Metrô SP

Entenda as falhas do Metrô e da CPTM

Mais de sete milhões de usuários usam o sistema sobre trilhos na região metropolitana de São Paulo, e nem sempre a comunicação entre as empresas e as pessoas é algo fácil.

Se há alguma falha ou lentidão no sistema de trem e de metrô, geralmente as operadoras informam o status como “velocidade reduzida”. No entanto, nem sempre é de fácil compreensão o que está de fato acontecendo no meio de transporte.

Neste texto e vídeo, dissecamos cada um do status do Metrô e da CPTM:

Falha em equipamento de via

A ocorrência diz respeito a defeito no trilhos, nos AMVs – Aparelho de Mudança de Via, que servem para o trem trocar de trilhos, ou outro tipo de defeito em equipamento que diz respeito ao sistema que compõe a via do trem.

Interferência na via

Termo geralmente usado quando alguma ocorrência de responsabilidade da operadora, ou fora do seu domínio, interfere o sistema. Pode ser por exemplo, o caimento de um objeto na via. No Metrô, quando há falha no sistema de sinalização, a empresa cita a ocorrência como interferência na via.

Usuário na via ou pessoas na via

Usado quando há acesso de uma ou mais pessoas nos trilhos. Pode ser uma queda acidental, fuga da polícia ou então uma tentativa de atentado a própria via.

Falha em trem

Como o próprio nome diz. Pode ser falha em portas, no sistema elétrico, mecânico ou pneumático do trem.

Descarga atmosférica

A CPTM conta com 270 km de trilhos em sua malha e em muitos trechos a via é a céu aberto, o que significa que o sistema está vulnerável a raios que podem atingir a rede aérea dos trens. A CPTM também está sujeita a alagamento em alguns trechos.

Restrições operacionais

O Metrô tem usado o termo de uma forma genérica, sem maiores explicações sobre a ocorrência.

Falta de energia elétrica

Tanto metrô como a CPTM são movidos a energia elétrica, o que significa que o sistema pode falhar.

Por que velocidade reduzida se o trem ficou parado?

No Metrô o termo é usado para definir quando há alteração na circulação dos trens. As composições se deslocam em velocidades menores, e o cenário pode resultar em paradas maiores nas estações. O Metrô segue essa pratica afim de evitar que o passageiro fique muito tempo parado dentro de um trem fechado em um túnel. Estas condições são propícias a um eventual desembarque da composição, e acesso dos passageiros nos trilhos. Ou seja, um eventual problemas em portas, por exemplo, pode se tornar um problema muito pior.

Sobre o autor do post

Renato Lobo

Paulistano, profissional de Marketing Digital, técnico em Transportes, Ciclista, apaixonado pelo tema da Mobilidade, é o criador do Portal Via Trolebus.

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