Monotrilho

Consórcio que poderá fornecer trens para a Linha 17-Ouro promete entrega mais rápida

O grupo de empresas que apresentou a melhor proposta para fabricação dos trens do monotrilho da Linha 17-Ouro [Aeroporto de Congonhas – Morumbi], promete entregar composições com 50% do prazo exigido no edital de licitação.

O Consórcio Signalling, formado pelas brasileiras Ttrans e Bom Sinal, além da suíça Molinari emitiu uma nota à imprensa e afirma ter experiência acumulada, o que garantiria que “foram reduzidas possíveis adaptações para a competitividade de custo e entrega no menor prazo possível, com foco em manter as bases do projeto original da SCOMI, já homologados, minimizando assim possíveis riscos técnicos relacionados aos produtos, sistemas e projeto civil (já em andamento)”.

“Em alinhamento a necessidade da mobilidade urbana de São Paulo, bem como a retomada das obras paralisadas, a solução de engenharia apresentada possibilita a redução do prazo de entrega do material rodante em até 50% do originalmente estimado pelo edital do projeto”, diz o comunicado.

Atualmente o Metrô analisa as propostas, e deve divulgar o vencedor desta licitação em breve, que abrirá caminho para o recebimento de 14 trens para o monotrilho da Zona Sul.

Sobre o autor do post

Renato Lobo

Paulistano, profissional de Marketing Digital, técnico em Transportes, Ciclista, apaixonado pelo tema da Mobilidade, é o criador do Portal Via Trolebus.

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  • Eu que sou leigo no assunto de transportes públicos e trens para monotrilho não me convenci de que este consórcio Signalling que venceu a concorrência para linha 17, tenha histórico no que está propondo atender! Estes veículos vão circular há mais de 15 m de altura e lotado! Deus nos livre de um transporte ruim! Este tipo de transporte não é para amadores!!!

    • Concordo, todo cuidado é pouco, mas esse governo pensa mais na politicagem do que carater tecnico quando se trata de transporte, visto aquela patifaria de trocar o monotrilho do abc por um brt, sem muitas explicações, com respostas vazias e etc. e tem outro fator, do que adianta essa velocidade toda na entrega dos trens, sendo que as obras das estações e do patio estao bem atrasadas.

  • A importância da padronização na especificação técnica; Monotrilho, People Mover ou Aeromóvel.

    Uma vez que a empresa Scomi declinou, porque desta insistência em se usar um monotrilho nas Linhas 17-Ouro ou 18-Bronze, que possui uma modelagem única para cada fabricante, significando que ele que ele só monta na sua configuração, se especificar BYD, Bombardier ou quaisquer outros, de mais simples implantação, só poderá ser exclusivo cativo refém deste fornecedor.

    Com relação ao desempenho técnico do atual monotrilho Linha 15-Prata, por ser um protótipo de alta capacidade, deveria ser finalizado e comprovado sua eficácia e desempenho antes de se especificar este tipo de modal para quaisquer outras linhas!

    Destas conclusões entendo que a especificação do modelo nacional “Aeromóvel” da Coester / Siemens que é uma espécie de VLT-Veiculo Leve sobre Trilhos elevado, iguais aos adotados nos aeroportos Salgado Filho-RS e já definido para a extensão da Linha 13-Jade Guarulhos-SP em bitola de 1,6m que facilita o uso de pátios e oficinas comuns compartilhado com o Metrô e CPTM, de mais simples implantação e manutenção e economia, o que diminui seu custo, pois utiliza rodeiros iguais sobre trilhos de aço além de chaveamento de mudança de vias simples, tratando-se de um trem mais estável com menor amplitude e que portanto oscila menos ao trafegar que um “Monotrilho” ou “People Mover”, semelhante ás linhas de Trens e Metrôs seja o mais indicado, com a grande vantagem de se ampliar o número de fornecedores e fabricantes nacionais.

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