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Cicloativistas vão à Corregedoria do MPE contra promotora

131067-970x600-1.jpegApós a decisão da justiça em favor de parte de um pedido do Ministério Público exigindo a paralisação de obras de ciclovias na cidade de São Paulo, um grupo de cicloativistas protocolaram na Corregedoria do Ministério Público Estadual uma representação contra a promotora Camila Mansour Magalhães, da área de Habitação e Urbanismo, autora da ação do MP.

Um dos cicloativistas, Daniel Guth, da Associação de Ciclistas Urbanos de São Paulo (Ciclocidade), disse em reportagem ao Estado de São Paulo que a promotora “desconhece os perigos da Avenida Paulista para os ciclistas”. “Faltou participação popular. Ela não ouviu a sociedade ao que dizer que a Avenida Paulista não precisa da intervenção. A promotora não tem clareza sobre a legislação de trânsito e se colocou em contradição na coletiva de imprensa”.

De acordo ainda com o Cicloativista, a promotora advoga em favor do carro: “Em outro ponto, a Representada (promotora) afirma: ‘Ainda hoje, o veículo [automóvel] é o modal de transporte que transporta o maior número de pessoas neste Município’, o que revela um grave erro de apreciação de dados fáticos: a maior parcela da população de São Paulo desloca-se a pé ou por meio do transporte público, segundo a pesquisa de Origem e Destino do Metrô, de 2007”.

A promotora não quis se manifestar sobre a representação contra ela na Corregedoria do órgão.

Com as informações de “O Estado de São Paulo

Sobre o autor do post

Renato Lobo

Paulistano, profissional de Marketing Digital, técnico em Transportes, Ciclista, apaixonado pelo tema da Mobilidade, é o criador do Portal Via Trolebus.

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