10 mitos sobre as novas ciclovias de São Paulo

A medida em que a rede cicloviária cresce, o discurso por parte da população paulistana contrária a medida em implantar 400 km de vias para ciclistas até final de 2015 pipoca nas redes sociais. As reclamações são dos mais variáveis níveis. O Via Trolebus é uma página que fala sobre mobilidade, e a bicicleta esta neste contexto, onde o modal é apontado por especialistas e estudiosos da área de transpores como parte da solução. Aqui vai a desconstrução de 10 mitos sobre as ciclovias:

1# Ocupam faixas de rolamento dos carros

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Segundo o plano da CET, todas as novas vias para as bikes devem ocupar as faixas de estacionamento, e não as vias de rolamento dos carros. O espaço que era destinado para o estacionamento dos veículos é público, e não apenas para os motoristas.

2# Não existe demanda para as ciclovias

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De acordo com estudos de associações de cicloativistas, e da própria prefeitura de São Paulo, estima-se que 500 mil ciclistas usam a bicicleta como meio de deslocamento por dia. Com a implantação dos 400 km de ciclovias este número deve saltar para 1 milhão e meio.

3# Ciclovias estão sendo feitas sem estudos ou critérios

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Desde a década de 1980 a CET realiza estudos técnicos para verificar a viabilidade de se inserir a bicicleta no sistema viário do município. As análises foram consolidadas por Maria Ermelina B. Malatesta na publicação “A história dos estudos de bicicletas na CET.” (veja aqui). Outro estudo que norteia a implantação das ciclovias é a Pesquisa Origem-Destino, feita pelo Metrô de São Paulo.

4# São diferentes dos outros países

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Países como os Estados Unidos e o Japão utilizaram do mesmo método. Em Nova York por exemplo, foram implantadas 700 Km de ciclovias. A prefeitura de São Paulo optou por este modelo por se tratar de um método mais barato, sempre preservando o viário do pedestre e árvores.

5# Possuem a cor vermelha para fazer propaganda do PT

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A cor vermelha segue às normas brasileiras de trânsito, e até internacionais. Tanto que as ciclovias do Rio Pinheiros, Caminho Verde (Radial Leste) e do Monotrilho da Linha 15-Prata, todas executadas pelo Governo do Estado, do PSDB, também são vermelhas.

6# População não foi ouvida para criação das ciclovias

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Foram feitas diversas audiências do Conselho Municipal de Transportes, onde qualquer cidadão pode e deve participar. Na sétima realizada no dia 4 de junho foi apresentado o plano de 400 Km de vias para ciclistas. Estas audiências públicas servem para as pessoas opinarem. Ou alguém acha que a prefeitura vai de porta em porta perguntar se pode usar a via pública para a ciclovia?

7# É autoritarismo de prefeito

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Argumento bastante usado por aqueles que gostam de partidarizar a discussão. De acordo com o código brasileiro de trânsito, toda via deve ter condições seguras para o ciclistas, e todas as ruas ou avenidas são para os mais diversos modais. Porém, em São Paulo só os carros ocupam 80% do espaço das vias, e só levam 20% das pessoas que se deslocam. De que lado vem mesmo o autoritarismo?

8# Vão permanecer vazias, por que aqui não é país de primeiro mundo

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Após a instalação do bicicletário na Largo da Batata foi registrado um aumento de 37% no fluxo de ciclistas na ciclovia da avenida Brigadeiro Faria Lima. Já o uso das bikes compartilhadas aumentou em 141%. Estudo feito pela Associação dos Ciclistas Urbanos de São Paulo (Ciclocidade), apontou que na Avenida Eliseu de Almeida, no Butantã (zona oeste) o número de ciclistas aumentou em 53% após a instalação da ciclovia.

9# Atrapalham o comércio local

Herald Square After cultura foto: NYC / Department of Transportation

Estudo do Departamento de Transportes de Nova York, publicado em 2012 intitulado “Measuring the street: New metrics for the 21st century” mostra que o comércio local da cidade teve aumento no número de vendas após a instalação de ciclovias. Os dados revelaram que o número de vendas das lojas de uma via que recebeu a estrutura foi em torno de 49%.

10# Rua não é o lugar de bicicleta

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De todos os argumentos, este é o mais curioso, e não é tão raro escuta-lo. Ciclista tem o direito de andar pela rua, direito este previsto no código brasileiro de trânsito.

Fonte de pesquisa: CET/SPTrans


Autor: Renato Lobo

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Paulistano, Técnico em Transportes, Ciclista, apaixonado pelo tema da Mobilidade, é o criador do Portal Via Trolebus.

98 Comentários deste post

  1. Perfeito!

    Alex França / Responder
  2. Excelente elucidação dos fatos! Responde bem às perguntas nem sempre inocentes dos reacionários de plantão!

  3. Argumentos perfeitos! Até o mais radical defensor ao uso dos carros terá que concordar em parte deles.

    Netto / Responder
  4. É possível contra argumentar boa parte destes pontos. Vamos lá.

    1# Ocupação da faixa de rolamento.
    – Uma rua em si é uma faixa de rolamento completo, “asfalto à asfalto”. Nesta faixa, por costume é separado as bordas para acostamento ou estacionamento. Mas nada impede que ela seja modificada para ampliar o espaço de rolamento, seja para veículos motorizados ou não motorizados.

    2# Demanda de bicicletas.
    – Não é discordável, mas em cidades-metrópoles como São Paulo, não há só demanda para bicicletas, normalmente usada para curtas e médias distâncias. Mas também há demanda para deslocamentos de média à longa distância (acima de 20 km), estes que são raramente feitos por bicicletas. Deve se dosar e equilibrar estas demandas.

    3# Ciclovias sem estudos ou critérios
    6# Não ouvir a população
    7# Autoritarismo.

    O que tenho notado é que sim, há lugares que noto que tem falhas de projeto ou execução sem prestar atenção na necessidade daquele bairro. Há trechos de ciclovias que acabam tendo problemas, seja por falta de sinalização ou problemas no traçado, que acaba possibilitando a ocorrência de problemas e conflitos no trânsito. Há também uma falta de consideração com a possibilidade de carga e descarga / embarque e desembarque de veículos em locais já costumeiros, como escolas, clínicas, regiões de comércio.

    De fato, houve sim consultas públicas, mas a situação atual acaba sendo problemática, uma vez que as pessoas não tem um jeito político de lidar com isso e acabam nem indo nestas consultas. Não vi propagandas na internet ou tv convidando as pessoas a participarem com mais afinco, ou outras formas de participação popular para uma conversa saudável (como a Prefeitura de Curitiba vem fazendo por exemplo).

    E quanto ao autoritarismo, podemos dizer que Haddad e Tatto estão forçando um pouco a barra. Não estão sendo ditadores, mas poderiam ser mais “conciliadores”.

    4# Diferente de outros países
    – Precisamos de uma ideia igual dos outros países mesmo, com uma separação mais efetiva entre rolamento de motorizados e não motorizados. Basta ver na foto que a divisão da pista é usado bastões de separação.

    5# Cor da pista
    – Não discordo do texto que é o pior argumento que uma pessoa conservadora pode usar. :\

    9# Comércio
    – De fato, os comércios paulistanos (por exemplo), possuem em muitos casos um estacionamento frontal para automóveis. A maioria dos comércios são pensadas para quem anda de carro. Mas não discordo que pode mudar os conceitos.

    8# Vão permanecer vazias
    10# Rua não é lugar para bicicleta.

    Há um conflito aí, e a resposta a seguir vai unir os dois argumentos.

    – Se há ciclovias, a rua não é um lugar para bicicleta. Se não há, que as bicicletas sigam a regra do trânsito.

    O ponto é que tenho notado que mesmo com ciclovias, há ciclistas que não andam nela. E mesmo com ciclovias e sinalização, muitos não seguem as regras de trânsito, como respeitar os semáforos, parar para pedestres, sinalizar a intenção de virar em algum lugar…

    ——

    Há um problema sério no ativismo pró-bicicleta, como se todos os ciclistas fossem “os anjos da ética” por andar em um “veículo sustentável”. Não vejo muito bem isso, até porque isso acaba gerando mais segregação que união e respeito.

    Não importa se é ciclista, motorista, motociclista ou pedestre. Antes de tudo, somos seres humanos, cidadãos em uma sociedade. Um ciclista pode em poucos minutos virar um motorista. Um motociclista vira pedestre apenas desmontando da moto.

    Penso que o melhor é uma união e respeito com CONSENSO entre nós todos. Se ficarmos brigando para ver quem tem razão, vamos mais ter problemas do que soluções.

    Vagner "Ligeiro" Abreu / Responder
    • Vagner, obrigado pelo seu comentário. Sempre enriquecendo nosso debate aqui no Via Trolebus

      Renato Lobo / (em resposta a Vagner "Ligeiro" Abreu) Responder
    • Sem infraestrutura, é claro que a demanda por bicicletas fica “invisivel”. Não é a base de “achismo” que se define demanda, principalmente a demanda reprimida.

    • Hm quanto a ciclistas que você ver não usando a ciclovia, verifique 2 pontos:
      1. É uma rua em que o ciclista consegue ***facilmente*** atravessar e chegar na ciclovia?
      2. O ciclista ficou na via por mais de duas quadras?

      Aponto isso porque, em várias ruas o ciclista não tem espaço para atravessar e vai logo sair da via. Nestes casos, é mais fácil seguir pelo lado contrário do que esperar o sinal vermelho e atravessar a via, simplesmente por conta do tempo.

      Quando não for o caso, até eu critico o ciclista :)

    • Vagner, seu texto foi bem escrito, mas com a visão de quem anda de carro e chega em casa a noite senta no sofá e fica assistindo televisão, pegue uma bicicleta e pedale por alguns quilômetros e grandes avenidas por 2 meses e conheça outros ciclistas que você poderá passar a entender um pouco mais. Quem só anda de carro falha na argumentação. As ciclovias levará algum tempo para terem uma utilização em massa, devido a adaptação à cultura, as empresas, os espaços, o trânsito, os motoristas, mas o Governo tem que iniciar de algum modo… Se vc pedalar irá entender melhor, caso contrário não perca tempo escrevendo. Também sou motorista habilitado, mas ficar dentro do carro fora de forma, sedentário criticando é fácil…Se outros países tiveram sucesso, porque só aqui não funcionará? Já fizeram obras e mais obras, mas os carros se multiplicam e maior escala, precisamos de transporte coletivo e modais extras. Não sou a favor de nenhum movimento, nem ciclista, nem motorista, sou a favor do melhor para nossa cidade SP e para nosso País, só isso e você?
      AINDA FALTA PROPAGANDA NA TV SOBRE EDUCAÇÃO E RESPEITO MÚTUO ENTRE MOTORISTA X CICLISTA, PORQUE TEM GENTE, DE AMBAS PARTES QUE NÃO ENTENDEMOS DIREITOS, OBRIGAÇÕES E DEVERES. E ainda alguns QUEREM OPINAR.

      • Respostas.

        Renato Lobo: grato. Tento fazer minha parte como cidadão :)
        —-
        Renato: não discordo que não é na base do achismo que vão se resolver as coisas. Mas basta observar que sim, há que se organizar a demanda. Bicicletas, veículos particulares, coletivos, transporte público…

        Vamos ser francos: pessoas preferem comodidade ao esforço. Não são muitas pessoas que vão adotar a bicicleta como forma de locomoção principal ou intermediário. Pessoas podem mudar para a bicicleta se verem que há possibilidade, e isso não discordo.

        Sim, há de se ter espaços para a bicicleta, mas tem que se entender o entorno do local para a adoção da ciclovia. Ponto.
        ——

        Chronos: não sou um observador perfeito e excelente em segurança nas respostas. Mas podemos dizer que estes dois casos citados são possíveis e sim, já vi acontecer.

        ——

        Mizael: não sei se leu o antepenúltimo parágrafo do meu comentário. Vou recoloca-lo:
        “Há um problema sério no ativismo pró-bicicleta, como se todos os ciclistas fossem “os anjos da ética” por andar em um “veículo sustentável”. Não vejo muito bem isso, até porque isso acaba gerando mais segregação que união e respeito.”

        É este tipo de argumento que não sou muito fã e ataco, como o seu. Ninguém é dono da razão, nem eu e nem você.

        Provavelmente vou divulgar um texto no site Medium justamente atacando este tipo de argumento que você usa. Pessoas são “acomodadas” pois trabalham em outras tarefas durante o dia que requisitam de suas forças. Depois falo mais sobre isso.

        Vagner "Ligeiro" Abreu / (em resposta a Mizael) Responder
    • Excelente comentário!

    • Vagner, excelente comentario, dentro de um excelente post e serve bem pra ilustrar a questão das ciclovias. De toda forma, nunca será um sistema perfeito, embora seja louvavel implanta-lo, e de fato, se pudermos colocar um 11º mito, seria do uso da bicicleta e de alguns abusos de alguns usuarios – mas eh natural até pelo aumento da demanda.
      E, faço um parênteses ao seu comentário do 5º mito: de fato eh o pior argumento (se lembrarmos que está no CTB e no padrão de vários países), mas uma estudiosa renomada em uma determinada área (a qual não cabe citar o nome), acusou a prefeitura de usar a cor do partido (a lembrança, no post, da ciclovia do Rio Pinheiros, da CPTM/Governo do Estado/PSDB foi excelente) e que o vermelho estimularia a raiva! oO
      (e não é um troll, mas uma “especialista”, com aspas)

      Wallace Dutra / (em resposta a Vagner "Ligeiro" Abreu) Responder
      • Se o vermelho estimula a raiva, então temos sérios problemas. Os hidrantes são vermelhos, semáforos tem a cor vermelha que indica pare, e tudo mais.

        De fato, existe o estudo das cores e das reações e não discordo que deve existir algo relacionado a isso. Mas se isso, do vermelho causar problemas, for sério, basta “pintar” de novo.

        Vagner "Ligeiro" Abreu / (em resposta a Wallace Dutra) Responder
  5. Chega de povo sedentário e conservador. Rumo a sustentabilidade. Bora pedalar.

    Cristiano / Responder
  6. Vagner,

    Gostaria de contrapor alguns argumentos seus:
    1) Há diferença entre faixa e pista. A pista de rolamento é de guia a guia, e dentro desta há faixa(s) de rolamento e podem haver faixa(s) de estacionamento.

    2) Antes da implantação das novas ciclofaixas foram implantadas diversas faixas exclusivas para o transporte coletivo, priorizando o transporte coletivo sobre o individual; agora o ativo sobre o motorizado.

    4) Concordo que os projetos implantados não são, de forma alguma, perfeitos. Mas peço que compreenda a necessidade de transição para a implantação de melhores infraestruturas cicloviárias. Para essa melhoria, em boa parte dos casos, é necessário mais espaço, o que poderia inviabilizar a iniciativa pela não-aceitação pela população.

    Fausto / Responder
    • 1) Grato. É pista o local pavimentado de locomoção de rodantes; e faixa a divisão da pista.

      2) O ponto aqui é os argumentos colocados sobre os mitos sobre as bicicletas. São argumentos que de alguma forma podem ser discutidos, não são absolutos (exceto para quem se “cega”). E o problema aqui é justamente a questão das prioridades. Como eu falei, não existe apenas uma prioridade, mas várias. E se não dosar da maneira certa, alguém vai se sentir injustiçado.

      3) Compreender eu compreendo. O problema não sou eu, mas os outros e a situação. Não se enfia “guela abaixo” uma coisa, e isso acaba gerando mais atrito e problemas que segregam e geram a violência no trânsito. Eu torço muito que diminua o número de veículos particulares nas ruas, digo carros e motos. Infelizmente há uma grande quantidade de pessoas que abusam do direito de conduzir um veículo; e se houvesse fiscalização plena, o que teria de multas não é brincadeira.

      No caso da implantação de ciclovias, compreendo também, só que penso que o ideal é que os ciclistas entendam também que não dá para ficar colocando ciclovia em todo o lugar, e por isso adotam o uso de vias alternativas e paralelas às vias principais de alto movimento. Imagine uma ciclovia em um corredor como 23 de Maio ou Rebouças. Vias com ciclovias normalmente tem velocidade reduzida para impedir acidentes graves.
      ——-
      E novamente reintero: há um problema sério e basta ver nos comentários: as pessoas meio que “evangelizam” para o uso da bicicleta, e sejamos francos, pessoas ODEIAM “ser evangelizadas” (ou gosta de uma visita das Testemunhas de Jeová as 7h em casa?). Não precisamos de “EVANGELIZAÇÃO”, mas de “CONSCIENTIZAÇÃO”. Precisamos que as pessoas entendam que ela tem várias opções para a mobilidade e cabe a si mesmo a escolha, e que a responsabilidade pelas consequências, benéficas ou maléficas, a si e a sociedade, é de si mesma que escolheu o modal.

      Vagner "Ligeiro" Abreu / (em resposta a Fausto) Responder
      • Houve diversas audiências públicas….além disso, se for ouvir morador por morador, não vai implantar nada. Reclamam até de obras de metrô, porque tira faixa de carros…brasileiro reclama de tudo, nada tá bom, nada tá legal. Então, não adianta…..a maioria é individualista e ponto.

        • E você não está sendo individualista quanto “enfia guela abaixo” a sua posição sobre o uso de bicicletas? Se vocÊ se acha o dono da razão, está sendo individualista.

          Vagner "Ligeiro" Abreu / (em resposta a Renato) Responder
      • Pelo amor de Deus… Não percebe o absurdo de suas palavras… Evangelizar alguém é justamente limitar as usas opções a um padrão PRÉ estabelecido. A bicicleta sem estes investimentos DEIXA de ser uma opção e passa a ser um ato de coragem de aventureiros ou necessitados puro e simplesmente.
        A questão é justamente oferecer esta OPÇÃO como algo ADICIONAL para a sociedade como um todo, que hoje não consegue nem considerar esta possibilidade em sua maioria, por absolta falta de infra-estrutura mínima para tal justamente por causa de uma PRÉ priorização de investimento das últimas décadas direcionada quase que exclusivamente ao deslocamento de carros (especialmente).
        Você é que está tentando enfiar “seu antagonismo” guela abaixo de todos os leitores que expressaram opinião neste canal. Experimente comentar sobre o projeto de expansão de vias, faixas e anéis viários e sobre seus super projetos ideais para a maioria da sociedade e seus integrantes, que forma realizados de forma tão democrática e perceberá, que não há e nem houve projeto ideal algum, que não tenha esbarrado sempre em confronto de visões e demandado flexibilizações dos diversos envolvidos, tenham sido classes sociais, minorias, comerciantes, ecossistemas, empresários e tantos outros diretamente impactados.
        Fácil é ficar contestando tudo ao invés de criar e estabelecer alternativas… O importante é que a sociedade evolua como um todo e a bicicleta tem se mostrado parte desta evolução, em TODAS as grandes metrópoles de primeiro mundo, bem como nos países em desenvolvimento. Sua opinião reflete uma rebeldia sem causa e nem propósito, que não discute o tema de forma salutar, apenas tenta de forma um tanto infantil diga-se de passagem, desmoralizá-lo.
        Já rodei mais de 30 mil kms pela Europa em mais de 100 grandes metrópoles e praticamente a mesma quantidade na América do Sul e lhe asseguro que você não faz a menor idéia do que esta escrevendo. Poderia refutar com amplo embasamento praticamente TODOS os seus comentários, mas acho que este NÃO é o objetivo da matéria e muito menos deste espaço de comentários. Vai viajar um pouco e quem sabe, como sugestão, experimenta pedalar quando o fizer e, possivelmente, vai começar e enxergar as coisas sob uma perspectiva mais ampla e esclarecida.

        • Em primeiro lugar, quando vocÊ usa muitos argumentos para separar “o bom do mau”, o resultado é justamente o antagonismo que você diz que eu escrevo, mas no final você comete bem mais do que eu. E ainda tenta usar o velho argumento do “eu sei mais do que você”. “Ah, eu viajei pela europa”, “ah, eu andei mais que você de bicicleta”. Isso NÃO SIGNIFICA que seu argumento é melhor que o meu, e nem que o meu é melhor que o seu.

          Desde o começo o que quero expor aqui nos comentários é que antes de fazer argumentos que provem que a bicicleta é um bom modal, não VILANIZEM os condutores de veículos. Cada um tem sua necessidade.

          EU NÃO TENHO DINHEIRO PARA VIAJAR (você me daria?) E NEM TEMPO PARA FAZER O QUE VOCÊ DIZ. Eu vivencio e exponho aqui o que EU sei, e POSSO ESTAR ERRADO (isso eu admito, mais odeio quando outros tentam ‘enfiar na cara que eu estou errado’), além de dar espaço para aprender DESDE QUE NÃO ME DESRESPEITEM A INTELIGÊNCIA QUE TENHO.

          Entenda: eu não estou nem do lado dos ciclistas, nem dos motorizados. Eu simplesmente quero ver uma convivência respeitosa entre TODOS OS LADOS. E aguardar que a própria população escolha modais em acordo com sua necessidade, cobre das autoridades melhorias no transporte público e assim possa diminuir o número de automóveis nas ruas de forma a que QUEM PRECISA REALMENTE, faça uso do automóvel, assim como TENHA ESPAÇO JUSTO aos ciclistas, e principalmente, para que eu e qualquer pessoa possa contar com um transporte público eficiente, capilarizado e justo a todos.

          E vou tratar com um tom de desrespeito qualquer um que for desrespeitoso, seja com ciclista, seja com motorista.

          Isso aqui não é debate do Lula para ficar botando adjetivo em “adversários”. Quer fazer uma visão esclarecida? Antes de tudo, respeite quem não é esclarecido ou NÃO SE JULGUE ESCLARECIDO. Até porque não é porque o que você fez é certo para você; que é certo para outro.

          Vagner "Ligeiro" Abreu / (em resposta a Fabrizzio) Responder
        • Quanto a evangelizar, pegue o que você falou e pegue os comentários onde as pessoas a favor da bicicleta atacam quem é a favor dos automóveis. ” Evangelizar alguém é justamente limitar as usas opções a um padrão PRÉ estabelecido. ” Quer dizer que sou obrigado a usar uma bicicleta porque VOCÊS querem?

          Vejo o “Evangelizar ” como “estabelecer como padrão o que VOCÊ julga mais interessante do que o outro”. A “aceitar algo porque alguém falou para aceitar, sob argumentos duvidosos”.

          E eu não tou falando do argumento de diminuir poluição ou congestionamento. Mas sim de que muitos ciclistas dizem que “andar de bicicleta melhora a qualidade de vida”. Se pegar qualidade de vida como algo que seja bom para si e para a família em que vive, para muitos, o melhor é ter um automóvel (ou moto) para chegar rápido em casa e descansar depois de um dia estafante. Ou andar de transporte público. Bicicleta é uma opção, mas não é a única, e não significa que usa-lo, a vida muda e melhora. Isso vai de cada pessoa e necessidade.

          Então antes de falar “faça o que digo e o que faço”, pense um pouco mais. Precisamos de uma conversa para que as pessoas RESPEITEM A BICICLETA, E ISSO NÃO NEGUEI DESDE O PRIMEIRO MOMENTO. Mas ao mesmo tempo quem é ciclista NÃO PODE OFENDER QUEM É CONTRÁRIO (e nem motorista pode ofender ciclista).

          Senão isso não é conversa e consenso, mas sim debate e segregação.

          Vagner "Ligeiro" Abreu / (em resposta a Fabrizzio) Responder
  7. Pessoas civilizadas e com olho num futuro futuro melhor para todos nós com certeza aderirão às ciclovias que, podem até estar sendo feitas de uma maneira “não planejada”, mas que conseguem te levar do São Judas até a Pulista (por enquanto) em questão de minutos, sem apertos (metrô), sem poluir o planeta e com certeza te trazendo inúmeros benefícios, como melhoria na saúde física, malhorias em termos de trânsito e muito mais vivacidade a quem optar por esta alternativa.
    Acordem, parem de criticar, perdeu sua vaga? troque o carro por uma bicicleta!

    Juliana / Responder
    • Comentário sensato, parabéns. Devemos pensar no coletivo, não apenas no próprio umbigo. Não é assim que iremos melhorar essa cidade.

      Renato / (em resposta a Juliana) Responder
    • A ideia da ciclovia é muito válida, mas no caso citado em questao este foi muito mal planejado e prejudicou sim o transito, quem conhece a av domingos de moraes sabe o quao apertada ela ja era, c omvos onibus disputando espaço com os carros estacionados na faixa da direita, e apenas 2 faixas de rolagem para o resto dos carros a avenida ja era um caos em)horarios de pico. A nossa companhia de “engenharia” de trafego numa medida genial, simplesmente cortou a faixa da esquerda ao meio, colocando as tartarugas para realmente impedir os carros de trafegarem no espaço, ou seja,ficamos com 1 gaixa e meia de rolagem, em 2 semanas presenciei 2 acidentes decorrentes da falta espaço repentina na via, dai eu te pergunto, que pensamento coletivo é esse, no qual prejudicamos um em detrimento das nossas preferencias?E só como um exemplo, tenho familia em guarulhos e moro no jabaquara, a media de uma viagem num domingo utilizando transporte,publico chega a qse 2hrs, te desafio a percorrer os 70km ida e volta de bike e dizer q esse é o unico transporte cabivel. Extremismo nunca é algo sensato, tudo é muito lindo enquanto nao interfere no seu dia a dia, no seu ir e vir, como eu disse, sou a favor das bikes,mas principalmente de uma maior inserçao de diferentes meios de transporte publico, os quais num cidade de de dimensoes q se compararm a de um país, talvez,seja o mais sensato.

      Giovani / (em resposta a Juliana) Responder
      • Giovani, NÃO procede isso !
        A ciclovia implantada na Domingos de Moraes foi feita exatamente sobe a antiga “moto-faixa”, entre os metrôs Paraíso e Vila Mariana, portanto NÃO alterou em nada a situação pré-existente dos carros.
        Você pedala? Se não, está convidado! Abraços,
        LuiZ

        LuiZ Andrade / (em resposta a Giovani) Responder
        • Luiz, no caso foi voçê q se equivocou, o trecho da avenida em questão é outro, no caso seria entre o trecho ali da sao judas até a santa cruz, no qual a avenida é bem mais estreita do q na altura da vila mariana e paraíso, no qual a antiga moto-faixa ja nao interferia tanto. E se vc leu meu comentário integralmente, o q nao parece não ter feito, em nenhum momento me posiciono contra ciclistas ou as ciclovias, mas sim contra a implantação a qualquer custo das mesmas, sem o planejamento e os estudos necessarios e os impactos q estas provocariam em determinadas regiões. Uma cidade é órgão vivo, e pequenas mudanças podem fazer toda diferença, sejam elas pra melhor ou para pior, espero que tenha entendido meu ponto.

          Giovani / (em resposta a LuiZ Andrade) Responder
          • Giovani, OK! Você não tinha especificado o trecho. De qualquer modo, meus 2 centavos: baixando a velocidade dos carros, fica bom e mais seguro para todos. E depois, se alguma implementação se revelar equivocada com o tempo, bastará fazer uma nova adaptação.
            Se você diz que os carros ficaram “apertados” só por culpa dessa obra (como seu texto dá a entender), imagine então qual não era a perigosa realidade vivida pelas bicicletas nesse trecho, antes da ciclovia.
            Ou você acha que as bikes não deveriam usar essa avenida? Eu nunca disse que você havia se posicionado contra “bikes e ciclovias”, mas seus argumentos me levam a entender que você não anda de bike (e meu convite foi pra valer! Reforço-o aqui! ).
            Quanto a essa suposta “falta de planejamento”, acredito que há pouca informação da sua parte, pois além dos estudos técnicos da CET, houve várias reuniões públicas sobre o tema, e é uma pena que o sr. não tenha participado.
            Quando quiser pedalar, avise-nos! Abs

            LuiZ Andrade / (em resposta a Giovani)
  8. Vejo alguns vários problemas nas ciclovias que não foram citados aqui… Primeiro, não dá para largar o carro ou ônibus e ir trabalhar de bike. Eu trabalho há 20km de casa…Se pedalar isso tudo, vou chegar exausta e suada…Não sou atleta e a empresa não tem vestiário ou espaço para banho…2o fato bastante importante para mim…Não possuo bike… Perto das ciclovias não tem nenhum ponto de aluguel de bike que resolvesse meu problema… Faço oq? Não fosse isso, se foi feito estudo, foi muito mal feito, existe ciclovia passando em frente a ponto de ônibus, obrigando ônibus a parar nela para pegar passageiro, existe ciclovia passando por cima de ponto de taxi, e não houve nenhuma movimentação da prefeitura para mudar esse ponto, e mais do que isso, a da chácara santo antônio é um completo labirinto…Na rua Fernandes moreira e Alexandre dumas, ela está em um lado da rua, e depois de um cruzamento ela muda para outro obrigando ciclistas a cruzarem no meio de carros….Na chácara santo antônio atrapalhou os comerciantes de rua SIM. É um região sem metro, com poucos ônibus, e sem estacionamentos… odos os carros paravam na rua… Agora não param mais… s comerciantes de á estão sim tendo prejuízo…. E para finalizar, imagina q vc tem uma casa pequena, daquelas q não tem garagem, ai você possui um carro e parava na frente da sua casa…Pronto,a gora você não tem mais o que fazer com o carro…Desvalorização imediata da sua casa… Por isso, as ciclovias estão sendo mais um estorvo para quem mora na região do que solução… É lindo falar delas sem ter uma passando em frente a sua casa… E isso nunca funcionará também enquanto não houver leis para os ciclistas…Eles também tem que respeitar semáforos…O que já vi de quase acidentes por causa disso não tem tamanho…

    gaiacrystalGaia / Responder
    • Gaia. Respeito seu comentário porém você está se referindo a sua condição de uso, então não serve para você. Que tal sugerir um bicicletário e uma ducha no seu escritório? No meu tem.

      Marcos Fernandes / (em resposta a gaiacrystalGaia) Responder
      • Não é SÓ a condição de uso dela, mas de muitos. Não é porque andar de bicicleta agrada a VOCÊ que obrigatóriamente TODOS devem fazer o mesmo, tal como no caso dela, não é porque bicicleta NÃO agrada que as pessoas não podem andar nela.

        Menos vilanismo, por favor.

        Vagner "Ligeiro" Abreu / (em resposta a Marcos Fernandes) Responder
      • Não apenas da minha Marcos, de TODOS os moradores da região…Não é 1, estão tendo inúmeros abaixo assinados e manifestações contra….É muita gente não gostando disso…Meu escritório é pequeno, sem condições de instalar ducha, e ainda assim, ele não vai ficar mais próximo e nem eu me tornar atleta. E vc está ignorando todos os outros problemas citados… Sou a favor de ciclovias em cidade sim, mas não dessa forma que está sendo feita, apenas para cumprir promessa…Só tornaram faixas vermelhas pintadas na rua sem uso, e os moradores e comerciantes da região sofrendo com isso…Que seja pensado….Em outros paises pode ter até parecido, mas não em frente de casas, e em muitos casos elas sequer tiram as vagas dos carros… Quer comparar com exterior, então comparemos com ciclofaixas que foram pensadas sem prejudicar ninguém:

        http://www.nycbikemaps.com/wp-content/uploads/2008/03/2nd-street-bike-lane-12312007.jpg

        http://www.billbonebikelaw.com/wp-content/uploads/2014/03/1313521446-greg-schatz-saint-claude-bike-lane.jpg

        • Gaia, vc tem razão. Mas acredito que a ideia central, não seja vc pedalar até o trabalho, mas sim, substituir um meio de transporte até a bicicleta:
          um exemplo: Se você pega um ônibus para ir até uma estacão de metrô/trem ou terminal de ônibus, você substitui esse pequeno trajeto por bike. Muito se tem falado que a maioria dos ônibus vem sendo utilizado para curtos trajetos. Em longos trajetos, usamos mais metrô e trem. Se você poder utilizar a bike até uma estação próxima, já é menos uma pessoa em um carro, e para lotar os ônibus em um curto prazo. Mas as suas reclamações fazem sentido. Se, pelo menos, tiver bicicletários em todas as estações e terminais, vai melhorar pra caramba o transporte. pois caminhos curtos de bike, não nos farão soar! Como vc msm disse, não somos atletas!

          • Bruno, o sério problema que todos esquecem nesta conversa (que infelizmente virou um debate, e odeio debates), é que existem diversos tipos de trabalho, diversos tipos de serviços prestados, diversas condições que uma pessoa atende.

            Andar de bicicleta é um esforço a mais que a pessoa faz para ir ao trabalho. E quem é ciclista, esquece que não é só executivo, empresário, designer e outros trabalhos mais “intelectuais” que precisam de transporte.

            O mecânico automotivo (ou de bicicletas), o entregador, o operador de atendimento, o auxiliar de produção / carga, o segurança, o médico… Há muitos trabalhos que causam diversos tipos de estafa, física e/ou mental.

            E andar de bicicleta, para a pessoa, seria um esforço dispendido a mais, mesmo se for andar uma distância curta para ir ao transporte público por exemplo.

            Cabe a cada um a escolha do modal. E já falei mil vezes, não discordo que precisamos pensar sobre a questão da mobilidade aliado a questão ambiental (poluições sonoras, do ar, congestionamentos…).

            O ponto é parar de VILANIZAR quem prefere adotar o automóvel, EVANGELIZAR o uso da bicicleta, e ao invés disso tudo, deixar as opções prontas e deixar as pessoas sentirem por si a necessidade de trocar de modal ou não. Tal como a aplicação das ciclovias vem fazendo.

            Vejo a implantação das ciclovias não apenas como forma de ajudar os ciclistas, mas também de certa forma uma punição e regulação aos motoristas. O trânsito está a cada dia mais violento, matando (ou até suícidando, se pensar que muitos abusam) pedestres, ciclistas, motociclistas e motoristas.

            A implantação das ciclovias ajuda a fazer o tráfego reduzir a velocidade e se adequar a evitar acidentes. Vias com ciclovias tem velocidades até 50 km/h, mas em muitos casos são reduzidos para 40 km/h (ou 30 km/h).

            Vagner "Ligeiro" Abreu / (em resposta a Bruno Ferreira Dantas De Sousa)
    • Bom, eu moro perto de onde trabalho e pego ônibus… às vezes carro. Com as ciclovias vou de bike. Vou liberar um assento pra voce no busao/metro ir com mais conforto e sem meu carro no seu caminho voce chega mais rápido :)
      Bjo!

    • Eu morei em Londres e lá a ciclovia passava em frente aos pontos de ônibus.

    • mimimi de carrocrata. Mais um clichê de que os motoristas serão obrigados a largar o carro em casa e serem obrigados a ir para o trabalho de bike. Ora, me poupe.

      As ciclovias são um meio alternativo e COMPLEMENTAR a qualquer modal. Muita gente mora longe de estações de metrô ou trem e as ciclovias tem o papel fundamental de diminuir a distancia para essas pessoas, que podem ir de bike até a estação mais próxima e de lá seguir de metrô/trem, tal como ocorre em bairros como Itaim Paulista, onde quase 10% dos deslocamentos internos é feito de bicicleta e os bicicletarios das estações Jardim Helena – Vila Mara e Itaim Paulista, ambos com cerca de 240 vagas cada, estão sempre LOTADOS.

      As cidades de Nova Iorque e Bogotá também foi a mesma chiadeira e mesmo mimimi…..SP tem mais de 500 mil ciclistas que utilizam a bike como meio de transporte e eles TEM O DIREITO DE TEREM SEU ESPAÇO EXCLUSIVO, já que os carros tem absurdos 17.200 km de vias exclusivas.

      Os motoristas estão é chorando de barriga cheia.

      Renato / (em resposta a gaiacrystalGaia) Responder
      • Pelo seu comentário Renato, será mesmo que é quem tem carro que está de mimimi? Como eu disse no meu outro comentário, não tenho bicicleta, não tem nenhum ponto de aluguel perto da minha casa ou próximo da ciclovia mais próxima da minha casa… Não tem nenhum ponto de aluguel sequer num raio de 5km da minha casa…Faço oq? Voo até um? Enquanto não houver um planejamento decente e uma regulamentação dos ciclistas, essas ciclovias são inúteis… A da chacara Santo Antonio é um deserto, ninguem usa…E falo com propriedade pois moro e frequento as proximidades dela… E Rodolfo, você quer comparar o transito de SP e o transporte publico com Londres? Como citei no outro post, existem formas de fazer ciclovias sem atrapalhar moradores, comerciantes e até carros, vê lá os exemplos, talvez vocês parem de pensar que ciclovia é só essa porcaria que fizeram na nossa cidade.

        • Porcaria para você, porque para 88% DOS ENTREVISTADOS, NÃO É NÃO. Seu comentário é apenas um complexo de vira-lata. E É mimimi SIM. Por causa dessa mentalidade que SP está com o CAOS do transito….tem que investir em TODOS OS MODAIS!

          Um ciclista = um carro a menos nas ruas e 1 pessoa a menos nos onibus…e até no metrô ou trem, dependendo do trajeto dela. Vai estudar antes de vomitar asneiras aqui.

          Renato / (em resposta a gaiacrystal) Responder
          • O Renato quer ganhar no grito, é mal educado pra cacete. Vomita dados sem mostrar as fontes, e defeca pelos dedos. Lamentável. Chorão.

            Chicão / (em resposta a Renato)
        • gaia, pq mesmo não comparar o transporte público de SP com o de Londres? Acha que é perfeito?
          Em Londres, a maior parte das estações de metrô, que são muito antigas, não tem qualquer acessibilidade. É um problema. O preço do transporte público também é bastante elevado. Berlim, NY, e outras metrópoles também tem problemas de transporte público.

          A diferença é que a “gringaiada” em geral não que investir em alternativas ao carro é uma agressão aos direitos do cidadão de bem…

          Pedro / (em resposta a gaiacrystal) Responder
    • Pensamento individualista e egoísta. Tenho carro e bike e sou a favor das ciclovias, precisamos de alternativas. Uma bike na rua = um carro a menos. Pensa bem e larga de mimimi….

      Vamos colocar os 500 mil ciclistas em 500 mil carros a mais nas ruas para ver o que é bom..vide qdo o metrô entra em greve.

      Enquanto os carrocratas continuarem com esse pensamento individualista, não iremos evoluir.

      Renato / (em resposta a gaiacrystalGaia) Responder
    • Oi amiga, realmente a distancia é muito, As ciclovia foram feitos para percursos de no máximo 10 km , concordo com vc que não temos ainda locais apropriado , mas isso é o começo, tenho certeza que em breve teremos melhorias ,e adaptações,e mudanças. Não desista do pensamento de usar a bike como meio de trasporte. Quanto ao pontos de onibus é um problema em todos os países que tem ciclovias, mas eles estão resolvendo, com respeito mútua. Infelizmente se a casa não tem garagem, 1 é arriscado não encontrar no dia seguinte, 2 a rua é de todos e não do proprietário da casa em frente, 3 melhor colocar num estacionamento pago, afinal é um bem muito caro aqui no brasil. Concordo com vc , os ciclistas tbm tem que respeitar as leis, mas como disse é o começo. Espero encontrar um dia nas ciclovias, não desista da ideia , faz bem ao bolso, e a saúde …..palavra de um médico e de um ciclista que já pedalou pelos 4 cantos do mundo.´, e que pedala todos os dia para o trabalho.

    • Concordo contigo sobre as ciclofaixas e ciclovias. O sistema não é perfeito. Vi nego enfiar o carro na ciclofaixa, embora isso tenha diminuido muito e o pessoal no geral respeita. Sobre as ciclofaixas, deram passos importantissimos pra implementa-las… agora o complicado a meu ver é quando instalaram isso em alguns lugares estranhos, tipo frente de casa, vc não pode deixar seu carro… eu acho que há sim lugares que não era pra ter e sim sou defensor da bicicleta como meio de estimular a saúde, e o transporte limpo em nossa cidade. Vale o investimento, agora tem coisas pra melhorar e isso é fato!

  9. Cansada de observar que ciclistas e motociclistas estão acima das leis de trânsito. Não dirijo. Sou pedestre. Sou idosa com uma mãe mais idosa ainda. Nunca andamos de bicicleta. Nem pretendemos aprender. Andamos bastante de ônibus, de taxi e a pé. Leis obedecidas???? Ah, ta. De modo geral, são imprudentes, não usam equipamentos de segurança, faixa de pedestre e farol não existem. Outro detalhe, transporte público de boa qualidade no geral? Cadê? Calçadas adequadas para a mobilidade que ta tão em moda? Cadê? Leis específicas para ciclistas? Cadê? Fiscalização? Cadê? E por fim, comprar carro ta muito fácil atualmente então é claro que quem pode vai comprar carro e não Bike. Bacana o palavreado da vez: sustentabilidade, mobilidade, ativismo, mas o mundo não gira em torno dos jovens…

    Maria Heloísa Bernardi / Responder
    • Nem em torno dos idosos. Todos tem o direito de escolher o meio de transporte que quiser.
      E desculpe, os motoristas NÃO são nenhum santos e se acham os donos da rua, dando fechadas em ciclistas e tudo mais. E são MAL EDUCADOS DA MESMA FORMA e TÃO IMPRUDENTES QTO OS CICLISTAS E MOTOCICLISTAS.

      Só para lembrar: SP tem mais de 17.000 km de vias exclusivas para CARROS e qto tem para os ciclistas mesmo? nem 2% disso. Então não vem posar de santa aqui.

      • Santa? Tadinho de você. Eu não sou santa e você não tem educação. Saco cheio da ditadura das minorias. E saio dessa coisa porque não discuto com moleque folgado. Espero… Melhor não esperar nada. Passar bem. Reze pra chegar na minha idade com mais utilidade.

        • Quem anda de carro é minoria, Heloísa. Parece-me que só 30% da população paulista usa o carro no dia-a-dia. Acho que está na hora de atender a quem não usa o carro, né?

          Felipe França Silva / (em resposta a Heloísa Bernardi) Responder
          • Tem alguma prova cabal sobre estes números?
            Os outros 70% andam de bicicleta? É isso que você quer dizer?
            Acho que um pouco mais de ponderação ajuda na conversa.

            Vagner "Ligeiro" Abreu / (em resposta a Felipe França Silva)
        • Vagner, os dados atuais giram entorno desses valores mesmo. 30% apenas das pessoas utilizam o carro em São Paulo e os outros 70% não usam somente a bike esses 70% estão dividido entre os outros modais como primordial o transporte coletivo.

          E dona Heloísa, não estamos lutando pelos jovens, é uma luta por toda a sociedade. Com mais bicicleta na rua temos menos trânsito, menos poluição, menos estresse e maior expectativa e qualidade de vida.

          • Sinceramente não acredito nestes números. O movimento de veículos é maior, e ocorre bem espalhado nas cidades.

            Só não deveria usar que 70% usam bike. É covardia este tipo de argumento. Use números mais convincentes.

            Vagner "Ligeiro" Abreu / (em resposta a Willian Berté)
        • Jovens? Tenho várias amigos ciclistas acima de 50 anos minha senhora, vá se informar.

          • Vc tem VÀRIAS AMIGOS ciclistas acima de 50 anos? Quantos? São mais que os dedos da mão direita do Lula? São mais que os neurônios do Haddad?
            Ninguém é contra os ciclistas e ciclovias, Dona Fabiana. Vamos fazer ciclovias? Então façamos isso BEM FEITO e não essas aberrações que vemos por aí. Pintar o chão de vermelho não é construir uma ciclovia. Já andou em uma ciclovia na europa? Não? Ah tá. Agora te entendo.

            Giustino Bottari / (em resposta a Fabiana Paciulo)
          • O Lula tem cinco dedos na mão direita…

            Reinaldo / (em resposta a Fabiana Paciulo)
        • O problema é cultural ,O povo brasileiro tem aquele “jeitinho ” Esse é o problema. Quanto a ciclovia , e bem vinda sim… Tem vários problemas, precisa de adaptações, acertos, mudanças, mas tem que começar, quando se nasce , ninguém nasce andando, falando, precisa de tempo. De tempo ao tempo que as coisas vão melhorar. Só para se ter uma ideia na Dinamarca iniciou em 1950 ????. para estar como esta hoje. Sou ciclista desde 1975 quando meu pai deu uma bike que adorei…; Hoje pedalo 40 km por dia e achei a ciclovia excelente. Não sou leigo no assunto,pois já pedalei pelos 4 cantos do mundo. Dou meus parabéns ao prefeito pela coragem e iniciativa. Sem dizer , que pedalar faz bem a saúde,e a mente….Há ia me esquecendo…sou médico… e vou todos os dias ao hospital onde trabalho, atender pessoas obesas, hipertensos , diabéticos, extressados, que não tem amor ao seu próprio corpo, nem ao menos se alimenta o mínimo nessessário para seu próprio corpo, só lanche, doces, refrigerante. há ..e anda de carro.Parabéns a essas pessoas…..continue comprando carro.e continuem tomando remédios, que irão deixar as industrias farmacêuticas ricas …faz bem viuuuuu. Há e os fabricantes de remédios e de carros , lá no seu país de origem andam de bike e trasportes públicos.E vem vender aqui no pais do terceiro mundo. A culpa não é dos governantes e sim do povo , burro, sem educação, que quer levar vantagem em tudo.E vota errado. E não adianta reclamar a ciclovia veio para ficar. E dizer que comerciantes vão perder freguesias???? Esses comerciante deve mudar de ramo..Tudo na vida muda, portanto os comerciante e pessoa de pensamentos atrasados, mesquinhas também deve mudar de pensamento.

        • Heloisa, fica quieta que você ganha mais. É melhor assim. Se não está contente, vaza de SP, não vem meter o loco aqui…

          Renato / (em resposta a Heloísa Bernardi) Responder
        • E outra coisa dona Heloisa, o que você pensa ou deixou de pensar pouco importa para mim. Seu comentário nada mais é que puro mimimi de carrocrata choramingão.

          Ah, e eu vou chegar na tua idade com muito mais utilidade sim. Primeiro porque uso a bike como meio de transporte a mais de 20 anos, faço caminhadas longas a 15, tenho uma alimentação saudavel, não bebo e nem fumo.

          Você não sabe a minha idade e já vem me chamando de moleque. Tá chapando? Como disse no comentário anterior, não vem meter o loco aqui não.

          Folgada é VOCÊ que se acha a DONA DA VERDADE. Se liga velha carcumida (já que me chamou de moleque, te devolvo na mesma moeda)

          Renato / (em resposta a Heloísa Bernardi) Responder
    • Acho que pesar a mão um pouco menos e respeitar os pontos alheios sem ofensas ajudaria na conversa.

      Quanto a fiscalização, ela não existe por efeito de comodidade e falhas de punição. Se for para punir ciclista, se deve punir pedestre também.

      O CTB é rigoroso e prevê multa para ciclistas sem equipamentos de segurança e pedestres que atravessam fora da faixa.

      Vagner "Ligeiro" Abreu / (em resposta a Maria Heloísa Bernardi) Responder
    • Apanhar dos carros a senhora não liga, não é mesmo?
      Cansado de aturar a subserviência das pessoas aos motorizados. Se é de carro, tudo bem. Fiscalização? Não vejo. Cansado de ver a faixa de pedestre ser ignorada, e não é por pessoas de bicicleta. É por pessoas a bordo de carros que matariam quem ousasse reivindicar direito de travessia.
      Levou muito tempo para construir a subserviência de gente como você, que amaldiçoa as bicicletas e seus condutores irresponsáveis, mas se cala para o abuso diário que sofre nas calçadas que são também entrada das garagens do deus carro.

    • Existe sim Leis para ciclistas, o código de trânsito brasileiro não é o código do carro da mesma forma que as ruas não são só dos carros. Nele existem regras e leis voltadas também para o ciclistas como também para os pedestres mas da mesma forma que existe bons e maus motoristas também existe bons e maus ciclistas e tbm bons e maus pedestres. Sabe pq as leis sobre motoristas são mais rigorosas? pq eles estão la dentro de uma caixa d metal de pelo menos 1 tonelada q mesmo em baixíssima velocidade pode matar uma pessoa.

    • Oi Maria Heloisa tudo bem? Então, concordo com vc que muitos não respeitam as leis, que não existe fiscalização, que ninguém se respeita… Mas discordo quando da a entender que bike é só para jovens. Eu completo 55 anos em janeiro e ando muito de bike. Faço trilhas noturnas no interior e quando estou em São Paulo gosto de sair para os parques, e faço isso de bike. Posso te afirmar que tenho muito pique e graças a Deus uma ótima saúde. E tenha a certeza que não são só os jovens que saem de bike, hj em dia, tem muuuitoo coroa em cima das magrelas. Abç.

      • Parabéns, esse é um exemplo a ser dado para os jovens, não essa repudia dessa Heloisa ai que acha que as ruas é só para os carros.

        Renato / (em resposta a Cristina) Responder
      • Olá, Cristina! Concordo com você, não existe idade para bike; tenho 58 anos e ainda pedalo mas faço isso em parques fechados e nunca na rua. Quando eu era adolescente não existia nenhum movimento que protegesse o ciclista; andávamos na rua em meio ao fluxo de trânsito e éramos marginalizados por completo. Os motoristas xingavam, empurravam a gente para o extremo do extremo do lado da via pública… quando não passavam literalmente por cima! Mesmo hoje, com tanta conscientização, acho que os grandes centros urbanos não foram feitos para o uso da bike e tomo como exemplo a cidade onde moro, São Paulo: a topografia não ajuda. Por isso, continuo apoiando quem quer pedalar mas apenas por esporte e lazer – como meio regular de transporte, é inviável. Eu pergunto quem gostaria de ser atendido por um médico esbaforido que veio pedalando pela subida da Brigadeiro Luis Antonio até o consultório na avenida Paulista ou no lado cômico de uma audiência no Fórum de Pinheiros com os advogados suando ladeira acima, de terno e gravata mais a pasta cheia de processos… Não dá, não é verdade? Sejamos racionais e não sonhadores. O discurso de sustentabilidade é bom até a página dois – mesmo os ativistas não viajam daqui de Sampa até Salvador de bike… Grande abraço, vamos continuar pedalando – sempre a lazer!

        Reinaldo / (em resposta a Cristina) Responder
    • Muito bem observado! A maioria das pessoas que se locomove em duas rodas (bikes ou motos) não respeita legislação de trânsito, como se fossem imunes, refratários a isso. Não sou contra as bikes mas todos têm que ter responsabilidade e, no mínimo, respeito aos pedestres e ao fluxo de tráfego. Vemos as bikes no meio do trânsito, misturadas em meio aos automóveis com risco de acidentes. Quem realmente usa a bike para locomoção casa/trabalho costuma ser responsável mas, infelizmente, a grande maioria percorre as ciclofaixas apenas nos finais de semana para desfilar as magrelas e bradar por sustentabilidade – e durante a semana estão embutidas dentro de seus carros engordando as filas de congestionamento e os índices de poluição…

  10. Trabalho a 5km de casa, e ultimamente tenho revezado entre o carro e a bike. Fiquei surpreendido de como é muito, mas muito menos estressante ir e vir de bike do que de carro. Isso porque moro em São Bernardo do Campo, e este meu trajeto não possui ciclovia. Obviamente que a bicicleta não é um meio de transporte para todos, mas se você pode, tente. Vai por mim, faça uma força, tenho certeza que seu ponto de vista vai mudar. Além de ajudar a saúde e o meio ambiente, você ainda poupa um $$$.

    André / Responder
  11. É legal ver matérias de bicicletas, porem temos que tomar um certo cuidado com que escrevemos para não ficar uma matéria incompleta ou tendenciosa. Vamos a alguns fatos:

    Mito 1 – Esta comprovado que a melhor ciclovia é aquela que fica a esquerda dos carros estacionados e não no lugar onde dos carros. Se formos construir ciclovias que realmente funcionam, sim, tomaremos o lugar do carro. E outro item importante. Construir ciclovia sem controle de velocidade dos carros nestas vias é loucura. No mínimo um radar.

    Mito 2 – Existe sim uma demanda reprimida de bicicletas, porem não é só construindo ciclovias que vão colocar as bikes na rua. Ciclovia é um ingrediente e não o produto final (ver matéria do blog People for bike do dia 20/10/2014). Alguns dos outros ingredientes são educação no transito, redução da velocidade das ruas onde é comprovado que se passe bicicletas. As pessoas só irão colocar bicicletas na rua se tiver segurança para irem e virem. E convenhamos 400 km de ciclovia representa somente 2% das ruas e as outros 98%?

    Mito 3 – Vejam as matérias do Globo e do UOL no dia 30/10/2014 e da Folha de São Paulo do dia 06/08/2014. Por favor, pesquisem antes de fazer a matéria. Alem do mais em países que querem construir ciclovias ha varias reuniões entre todos os interessados antes de implantar. Aqui se convencionou que apenas 2 ou 3 reuniões são suficientes, e isto sem divulgar na grande mídia onde será feita estas reunião. Sou assinante de um grande jornal e de vários blog de ciclismo e não me lembro de ter visto uma convocação para discutir implantação de ciclovia. Somente matéria pós-reunião.

    Mito 4 – De novo, pesquisem um pouco mais. As ciclovias daqui são feitas em subidas, em ruas com buraco, mal sinalizadas e por ai vai. Assim realmente fica mais barato. É só passar uma tinta vermelha no chão e chamar aquilo de ciclovia. Cadê a sinalização? O asfalto sem buraco? Nem todas as ciclovias são iguais as da Faria Lima.

    Mito 5 – Sem comentário quem pensa isto. Vermelho é uma cor chamativa e que alerta para possível perigo. Tá mais que certo pintar de vermelho.

    Mito 6 – Olhe o comentário do mito 3. Falar qual foi a ultima reunião é fácil. Qual foi o horário desta reunião? Fazer ela numa 6ª feiras as 14:00 (por exemplo) não vai atrair gente o suficiente para uma discussão sadia. Tinha quantas pessoas nesta reunião? Qual foi o documento final sobre o assunto? Quando será a próxima reunião?

    Mito 7 – É autoritarismo sim. É só ver a quantidade de reclamação de moradores e comerciantes a respeito. E não adianta reclamar, pois vão alegar que já foi feita mesmo e que assim vai ficar. Ciclovia esta parecendo corredor de ônibus, põem em qualquer lugar só para fazer numero.

    Mito 8 – A grande quantidade de deslocamentos é feito em ruas secundarias e ai fica a pergunta, o que foi feito para melhor estas vias?

    Mito 9 – Veja o comentário do item 3. E outra coisa, para se implantar uma ciclovia em uma Rua de Nova York, em alguns casos, foram feitas mais de 10 reuniões com comerciantes, moradores e usuários. Medem a quantidade de bicicletas que passam nestas ruas para ver se justifica implantar uma ciclovia. Deste jeito fica mais fácil aceitar e mobilizar o comercio para um publico diferente, que são aqueles que usam a bicicletas como meio de transporte. Veja matéria sobre a pessoa responsável pela implantação de ciclovias em Nova York é bem elucidativo para implantação de ciclovias

    Mito 10 – Este, junto com o mito 5, são os únicos que não merecem comentários.

    Luciano Ferreira / Responder
    • Melhor que os argumentos que coloquei. Porém, vou somar algumas coisas aqui:

      Mitos 1 e 2 – Notei nas idas que fui em SP que as vias com ciclovias ativadas tem limite máximo de 40 km/h e radares. Digo isso sobre o centro da cidade.

      Mito 4 – Costumo ir ao Parque Continental, e como eu disse, existe uma falha na instalação da ciclovia. Há trechos que é meio confuso a travessia de um ciclista de um lado para o outro da via.

      Mito 10 – Ao invés do que pensa, imagino o contrário: merece comentário pois há uma coisa a se pensar: se existe uma ciclovia, que a bicicleta ande na ciclovia, não na via motorizada. É meio que um “paradoxo”: a ciclovia está muitas vezes na rua, mas a bicicleta tem que andar na ciclovia, não na rua. Exceto se a ciclovia tem trecho interrompido ou fim da mesma.
      Há muito ciclista que abusa disto. Ontem vi uma ciclista na região da República atravessando fora da faixa de ciclistas, sem sinalizar.

      Vagner "Ligeiro" Abreu / (em resposta a Luciano Ferreira) Responder
  12. Eu apoio,se aqui não faz parte do primeiro mundo,…eis aí um costume que devemos incluir na nossa cultura!ro

    Ronaldo A. Barquet / Responder
  13. Primeiramente, senhores, devo informar que a maioria da população jamais andará de bicicleta, assim como eu, que não tenho coordenação motora para estas coisas.
    Quanto aos espaços ocupados pelos meios de transporte. dá para notar que o que ocupa pouco espaço de verdade é o ônibus, desde que se reestruture todas as linhas e parem com esta idiotice de 30 ou mais diferentes linhas de ônibus passando no mesmo pontos.
    A foto das bicicletas e dos carros são de veículos parados. Em movimento, pode multiplicar por quatro. Como tem gente sem noção.
    Estas faixas que estão fazendo é para uma bicicleta para um lado e outra para o outro. Logo, se um milhão de bicicletas for andar nas ruas, farão uma fila de pelo menos dois mil quilômetros.
    As faixas de bicicletas sem critérios estão interferindo na renda de pequenos negócios.
    Na Miguel Frias de Vasconcelos no Jaguaré, a tal da faixa está inclusive na frente de empresas que abastecem carros pipas com água. É uma vergonha, depois de ser proibido para e estacionar de um lado da rua, ter que deixar os carros pipas parar para abastecer. Coisa de gente nojenta.

    José de Arimatéa Dantas / Responder
    • Bom dia.
      Meu caro, as ciclovias não são uma solução, mas sim uma alternativa para quem pedala. Você não precisa pedalar para se beneficiar. Uma bicicleta = menos um carro. Infraestrutura gera demanda, dê tempo ao tempo. Não dê uma opinião baseada apensas no seu universo. Sei que é difícil compreender o que eu faço. Sou ciclista, motociclista, motorista e pedestre. Tenho uma visão macro das coisas por flertar com universos bem diferentes. A bicicleta não pode ser incorporada em qualquer lugar de qualquer jeito. No entanto, ao menos a chance de existir ciclovia em locais propícios é um direito que não se pode tirar. Se você não pelada, não defenda a extinção do direito de quem pedala. Quando o senhor ver uma bicicleta na rua, pense: menos um carro. As ruas são de todos nós! Saia da cultura do NÃO e reflita! Um abraço.

      • Meus amigos, sistema de transporte tem que ter lógica.
        Não temos calçadas decentes, não temos passarelas por sobre os rios Pinheiros e Tietê, não temos linhas de ônibus organizadas., passam mais de 30 linhas em um mesmo ponto e agora não temos também, calçadas de pedestres em alguns pontos do Jaguaré, pois viraram as tais faixas de ciclistas que até poste no meio da faixa tem.
        Eu sou reacionário?

        José de Arimatéa Dantas / (em resposta a Daniel) Responder
        • Nós não temos nada, somos brasileiros fu…dos. Devemos aceitar essa fatalidade ou fazer algo a respeito? A bicicleta é um meio de transporte e merece seu lugar na rua. É muito claro que não cane mais veículos automotores nas ruas e que há uma enorme demanda pela bicicleta, ainda que você não consiga enxergar isso. Problemas continuarão existindo, como a necessidade urgente de uma melhor adequação das linhas e pintos de ônibus. Mas é uma cidade excessivamente grande e populada onde não é possível solucionar todos os problemas de uma única vez, da melhor forma possível. Em tempo, as ciclovias não são a solução mágica para nosso caos logístico, e nenhuma solução será. Mas que elas são um excelente começo, isso elas são.

    • Meu amigo, a velocidade máxima do carro é sim bem maior do que da bicicleta, porém em contra partida todos os desafios intermodais realizados em todas as cidades mostraram que a velocidade média da bicicleta é muito superior. Todos os estudos mostram q a bicicleta é uma excelente medida de transporte alternativo urbano por ser livre de trânsito e totalmente sustentável.

      José, qndo estiver preso no trânsito caótico ai de São Paulo lembre-se: “você não está no trânsito você é o trânsito” e a solução pra ele não é alargar as vias e sim diversificar o sistema de transportes para todos os tipos de modais. Um ciclista aqui de minha cidade disse um vez em uma audiência: “não se resolve problema de obesidade afrouxando o cinto, como tbm não se resolve mobilidade urbana alargando a rua”.

    • José de Arimatéia, como o sr. é mal-educado, hein? Além de ter uma argumentação lamentável…

      LuiZ Andrade / (em resposta a José de Arimatéa Dantas) Responder
    • Esse tal José de Arimateia, comentário mais ridículo EVER.
      Dizer que a população jamais andará de bicicleta porque, como ele não tem cordenação motora, é de cair o c* da bunda. Eu, por ex, tenho medo de dirigir, e nem por isso digo que as pessoas não andam de carro por isso. Dããããã!
      A mãe tá boa, né?

      • Sr. ****** eu tenho nome e minha santa mãe, que tanto amo já morreu. Ela me deu educação. Você não sabe oque é educação. Pior, se esconde atrás de pseudônimo.
        Desejo que Deus ilumine sua cabeça e lhe dê educação!!!!

        arima257 / (em resposta a anoninous) Responder
  14. O preço dos combustíveis que terá daqui pra frente vai por fim a essa conversa !

    fernandobatisteli / Responder
  15. Aquela faixa que criaram na rua VERGUEIRO foi feita sob uma pista de estacionamento e não rolamento?
    Me parece que não…

    Uriel / Responder
  16. Se fosse verdade que houve planejamento a prefeitura não daria esta declaração sobre a alteração da ciclovia da Vilaboim:

    “Prefeitura de São Paulo

    Sobre a alteração da ciclovia em Higienópolis, a Prefeitura de São Paulo informa que está apenas mudando de lado um trecho de 30 metros da ciclovia na praça Villaboim, em função da readequação das linhas de trólebus e implantação de parklets, portanto não há que se falar em pressão ou recuo.”

    Se houve planejamento como passaram uma ciclovia onde já estava planejado passar um trolebus? Ou são os trolebus que não estão sendo planejados? Talvez o mais provável é que sejam ambos.

    Felipe Fernandes / Responder
  17. O número de faixas na Vergueiro de rolamento diminuiu? Me parece que não.

    André / Responder
  18. Estou fazendo um trabalho de escola muito importante para o fim de ano, e vim aqui me informar um pouco e ver essas ideias pois o tema do meu trabalho é o transporte público, eu ando de bicicleta , saio para muitos lugares de bicicleta e é um perigo atras do outro por que muitos motoristas não respeitam os ciclistas.
    Se não é pra andar de bike e andar de carro teremos uma humanidade cheia de problemas com obesidade e doenças por que brasileiro sempre quer a opção mais fácil que vai prejudicar a fama e a população , se todos fossem andar de bike e não existisse carro nem onibus e esses outros veículos ia ter claro um grande problema também , mais aonde eu quero chegar é que todos tem que se cuidar não estou pensando só no lado da população mais também no lado do país e assim e outros gestos e atitudes poderá mudar o mundo.
    Minha opinião ! “visita la o blog do trabalho ” da uma ajuda.
    transportepubl.blogspot,com
    Vlw

    Victor / Responder
  19. Perfeita a matéria. Me desloco do jd Ângela até pinheiros gostaria de saber da prefeitura que esta no momento executando obras na av. M boi mirim porque ainda não estão implantando uma ciclovia nessa região pois sofremos todos os dias com motoristas ignorantes que acham que são donos da rua? Sei que se tivesse uma ciclovia nessa região ajudaria e aumentaria o uso de bicicletas!!!!

    Anderson Mendes de Paulo / Responder
  20. Sempre acreditei que a locomoção deve ser feita de maneira conjunta entre os meios de transporte. Há locais que é melhor ir a pé, outros de bicicleta, outros de carro, onibus, avião, navio… Se você não gosta ou não quer andar de bicicleta acredito que isso lhe é um direito justo. Porém, não deixar que outros possam utilizar a cidade e a via PÚBLICA de outra maneira já soa bastante autoritário. Além disso percebo que no texto os argumentos são baseados em estudos sobre mobilidade urbana, feitos por diferentes instituições, em diferentes países. E tambem percebo que os contra-argumentos são raivosos, apaixonados, sem embasamento. Veja bem, somos apenas ciclistas utilizando um espaço que nos pertence. A bicicleta faz bem para o corpo, a mente e o espírito. Quem anda de bicicleta regularmente possui melhor saúde, ossos e músculos fortes, condição cardiovascular em dia e atividade mental tinindo. Além disso, ela não polui o ar, não gera poluição sonora também. São inúmeras vantagens da magrela, e o mundo cada vez mais percebe isso. Ou seja, as ciclovias são um convite para repensarmos a cidade. Ela pode ser mais verde, mais agradável, menos poluída, menos barulhenta.

    ciro castro / Responder
  21. Me empolguei e fiz uma rápida pesquisa online com o tema “benefícios da bicicleta para saúde”. Seguem abaixo alguns itens que encontrei:

    50% de redução no risco de desenvolver doenças cardíacas coronárias;
    50% de redução no risco de desenvolver diabete adulta;
    50% de redução no risco de se tornar obeso;
    30% de redução no risco de desenvolver hipertensão;
    Declínio de 10/8mm Hg na pressão sangüínea em assuntos de hipertensão (um efeito similar àquele obtido por drogas anti-hipertensão);
    Redução da osteoporose;
    Alívio dos sintomas de depressão e ansiedade;
    Prevenção de quedas na terceira idade;
    Estímulo aos músculos das vétebras dorsais (costas), coxas e glúteos;
    Estímulo ao sistema imunitário e aumento do número de glóbulos brancos;
    Diminuição do mau colesterol e da obesidade;
    Terapia para depressão, estresse, violência, déficit de atenção e ansiedade.

    Aproveitei e tambem pesquisei “beneficios do carro para saúde” e não encontrei nada sobre o tema.

    ciro castro / Responder
  22. Mas como esse cidadão não tem vergonha de falar tanta mentiras e bobagens ?!Sera que é por isso que tem o nome de re-nato bobo ?
    Vejam os rostos deste,do prefeito e do secretário de transporte,têm cara de inteligentes e sérios ?

    Luiz / Responder
  23. Só uma coisa , se querem os mesmos direitos ,deveriam ter as mesmas obrigações, eu pago uma fortuna em IPVA, emplacamento, impostos embutidos no combustível para que eu possa andar de carro. Não é preconceito mas acho que agora é o motorista que esta sendo lesado e ate ,por muitas vezes, discriminado. Até porque, na maioria das vezes vejo ciclistas andando no meio dos carros, a noite, sem nenhum tipo de sinalização e quase sempre em lugares que tem ciclovia, furando semáforos e sempre se sentindo vitimas. Como disse antes, não é preconceito, mas se querem direitos deveriam ter obrigações tbm.

    ivan / Responder
    • Ivan, não vamos generalizar. Existem pessoas imprudentes, ciclistas ou não, condutores de veículos automotores ou não. Aqui está se discutindo a inserção da bicicleta como meio de transporte para melhorar a mobilidade urbana. Um ciclista também paga quase 100% de imposto sobre a sua bicicleta e isso não qualifica mais ou menos. A questão é aumentar a segurança dos ciclistas e melhorar a infraestrutura! Pessoas que não dão seta dirigindo sempre vão existir, assim como ciclista sem sinalização. Mas tem uma questão maior nisso. O ciclista tem a preferência. Ele é mais vulnerável que um condutor de veículos! Então maior conscientização de ambos é sempre bem vinda!

      Anelise / (em resposta a ivan) Responder
      • Sem contar que o carro é uma alternativa muito mais nociva – comprovadamente – ao nosso planeta, não seria uma vantagem para todos estimular o uso de bicicletas?

  24. Eu respeito o direito de quem quer usar bicicleta como meio de transporte, dou mais de 2 metros de distancia quando passo perto de um ciclista, para mim ta tudo bom, ta tudo lindo. Agora eu vejo aqui gente falando que quem anda de bicicleta é civilizado e vejo ciclista aqui ofendendo idoso, ofendendo quem é contra ciclovia….ai eu vejo que gente mal caráter e mal educada existe em todas as “tribos”. Eu sempre achei que se vc pedala, pratica esporte, é mais zen…parece que isso não acontece com todo mundo

    Paola / Responder
    • Pois é Pao0la, dê um pouco de poder a uma pessoas, e imediatamente, ela se transforma. Nem para ser crítica em relação a ciclovias em ladeiras, com postes no meio, feitas exatamente nas faixas de pedestres e em ruas que tinham duas faixas para carro e ônibus e agora tem uma só, sem se levar em conta a existência de ruas paralelas com pouco trânsito, só porque os malucos querem se aparecer!!!

      José de Arimatéa / (em resposta a Paola) Responder
    • É isso mesmo, os ciclistas militontos tem se comportado como cangaceiros do asfalto, especialmente no Centro da idade, onde a borreira foi imposta até mesmo nas áreas de convivência da Praça da Sé, gritam e mandam sair da frente, sóporque o prefeito pintou, os militontos esperam que a população os obedeça e isso compromete todos os ciclistas. O marketing petista é tão criativo que conseguiu se apropriar do corpo e da atividade do ciclista, qualquer que seja o ciclista, não apenas os que acham que esse Haddad é gato.

      Silvia Calçada / (em resposta a Paola) Responder
  25. É assustador e triste alguns comentários aqui hein. Como se ciclistas fossem de outro planeta, todos somos seres humanos falhos, ciclistas ou motoristas! É uma pena a falta de conscientização, afinal não cabe mais carros nas grandes e nas pequenas cidades mais.

    Rodrigo / Responder
  26. ” O espaço que era destinado para o estacionamento dos veículos é público, e não apenas para os motoristas.”

    Pois é…agora é apenas para os ciclistas…

    Ficou tudo na mesma.

    Tarantino / Responder

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