Um levantamento realizado pela TV Globo revela que, desde 2020, foram registrados cerca de 18 descarrilamentos em linhas de trens e metrô de passageiros na Região Metropolitana de São Paulo. De acordo com os dados, a maioria das ocorrências concentrou-se em linhas operadas pela iniciativa privada.
Atualmente, das 14 linhas em funcionamento no sistema, cinco são geridas por empresas particulares. O caso mais recente ocorreu na Linha 9-Esmeralda, na região da estação Berrini, onde um trem saiu dos trilhos na noite de domingo e só foi reencarrilado no dia seguinte.
Segundo a publicação, o histórico de casos por linha desde 2020 é o seguinte:
- Linha 8-Diamante (ViaMobilidade): 9 casos
- Linha 9-Esmeralda (ViaMobilidade): 4 casos
- Linha 7-Rubi (CPTM): 2 casos
- Linha 11-Coral (CPTM): 1 caso
- Linha 5-Lilás (ViaMobilidade): 1 caso
- Linha 4-Amarela (ViaQuatro): 1 caso
Fiscalização e Penalidades
A Artesp informou que analisa tecnicamente as causas e os efeitos de cada ocorrência. “As penalidades vão de R$ 40 mil a R$ 4 milhões, podendo aumentar em caso de reincidência”, explicou o gerente de fiscalização da agência, Fernando Serafim.
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Posicionamento das Operadoras
A CPTM informou ao portal G1 que todos os seus episódios registrados ocorreram sem passageiros a bordo, durante manobras ou deslocamentos operacionais. A companhia citou como exemplo um caso em 2025 na Linha 7-Rubi, provocado por um deslizamento de terra que atingiu um trem vazio.
Já as concessionárias das linhas 4-Amarela e 5-Lilás afirmaram que registraram apenas um descarrilamento cada. Ambas ressaltaram que os episódios foram pontuais, sem feridos e sem comprometer a segurança dos passageiros.





