Entre as linhas administradas pela CPTM, apenas uma ainda não foi concedida à iniciativa privada: a Linha 10-Turquesa, que liga a região da Barra Funda a Rio Grande da Serra.
Há planos para conceder o ramal em conjunto com a futura Linha 14 (Santo André–Guarulhos), com previsão de leilão para o segundo semestre deste ano. Mesmo com a possível transferência da operação para a iniciativa privada, a estatal ainda prevê a realização de intervenções na ferrovia ao menos até 2030. Essa diretriz consta no plano de negócios da CPTM, ao qual o site teve acesso.
🚎 Fique por dentro das notícias mais recentes sobre mobilidade urbana:
✅ Canal do Via Trolebus no WhatsApp
✅ Canal do Via Trolebus no Telegram
Entre as metas estabelecidas está “ampliar e modernizar a infraestrutura de apoio à manutenção e à operação da Linha 10 até 2030”.

Dentro desse planejamento, estão previstas para 2026 ações como:
- assinatura do contrato de sinalização do Pátio Mauá;
- assinatura do contrato das obras do Complexo Capuava;
- conclusão do projeto básico de geometria da via permanente e da rede aérea do Pátio Brás;
- conclusão do projeto básico de arquitetura do Pátio Brás.
Com isso, já a partir deste ano devem ser iniciados processos para tornar a Linha 10 mais independente das demais, com a criação de novas bases de manutenção. Atualmente, as séries 8500 e 2070, que operam no ramal, realizam manutenção na região do Brás, compartilhando a estrutura com as linhas 11, 12 e 13 — operação que deve ser assumida pela Trivia Trens nos próximos meses. Há ainda no plano a reconstrução de duas estações a cargo a estatal: Rio Grande da Serra e Ipiranga.




