Em assembleia realizada na noite desta quarta-feira (11), o Sindicatos dos Metroviários que representam os trabalhadores do Metrô de São Paulo decidiram não iniciar greve neste momento, ainda que a categoria siga no estado de greve (estágio que precede uma eventual paralisação). Está em discussão o Plano de Carreira e outras pautas trabalhistas.
A categoria também definiu a realização de uma votação online nas próximas 24 horas para decidir os próximos passos em relação à possibilidade cruzarem os braços. Uma possibilidade é uma paralisação para o dia 25 de fevereiro. Caso a categoria vote pela greve, uma assembleia para bater o martelo no dia 24.
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Segundo Alex Santana, vice-presidente da Fenametro (Federação Nacional dos Metroviários), não houve abertura para negociação sobre o novo plano de carreira. Ele afirma que o projeto já foi rejeitado pela categoria em outras ocasiões, mas que a empresa mantém a tentativa de adesão.
Santana também declarou que o Metrô segue ampliando a terceirização, abriu um novo Plano de Demissões e não realizou concursos públicos para novas contratações. De acordo com ele, há ainda defasagem salarial entre funcionários que exercem as mesmas funções.
Entre as principais reivindicações do sindicato estão o pagamento dos “steps”, com reajustes lineares para todos os funcionários e revisão do limite de 1% da folha destinado às progressões; o fim da análise comportamental nos processos de promoção; a realização de concursos públicos para recompor o quadro de empregados; a oposição à terceirização; a valorização dos oficiais de manutenção; e o retorno da nota mínima 6,5 em concursos internos, sem vínculo com metas globais da diretoria.







