Uma emenda à proposta orçamentária de 2027 do Estado de São Paulo propõe remanejar R$ 10 milhões para estudos, projetos e outras ações ligadas à implantação de linhas metroviárias, com destaque para a Linha 21-Vinho. A Emenda nº 8396 ao Projeto de Lei nº 863/2026 tem data de 3 de novembro de 2026 e foi apresentada na Assembleia Legislativa.
Segundo o texto, os recursos seriam remanejados para a Secretaria dos Transportes Metropolitanos, em investimentos a serem realizados pela Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô). O dinheiro seria usado na elaboração de estudos, projetos, serviços preliminares e demais ações para subsidiar a implantação de linhas metroviárias, “notadamente a Linha 21-Vinho”.
A nova linha deve ligar Diadema, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul e São Paulo, até a região do Parque do Carmo. O ramal deve promover integrações com a futura Linha 25-Topázio, Linha 20-Rosa, Linha 10-Turquesa, monotrilho da Linha 15-Prata, Linha 16-Violeta e Linha 14-Ônix.
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O valor de R$ 10 milhões entra na dotação de R$ 3.583.190.841 da ação 1695 da Secretaria dos Transportes Metropolitanos. Ele sai de outra ação, a 5359, do órgão de código 29000, que tem dotação de R$ 152.470.144. O texto publicado traz apenas os códigos orçamentários e não informa o nome desse órgão.
Na justificativa, a emenda afirma que a Linha 21-Vinho é uma ação estratégica para enfrentar problemas de mobilidade e de transporte na região metropolitana e uma iniciativa de promoção da sustentabilidade.
Segundo o documento, o objetivo é ampliar as políticas públicas de transporte metroviário, em especial na região do Grande ABC e nas demais localidades atendidas pela linha.
Atualmente o Metrô de São Paulo está contratando o anteprojeto de engenharia do novo ramal.







