O prefeito de Niterói, Rodrigo Neves (PDT-RJ), e a secretária municipal de Habitação e Regularização Fundiária, Marcele Sardinha, estiveram em Brasília na terça-feira (13) e se reuniram com o ministro da Fazenda, Dario Durigan. Segundo comunicado do PDT, a pauta foram os financiamentos para o programa Vida Nova no Morro e para a implantação do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos), que somam mais de R$ 700 milhões. A prefeitura também informou que foi concluída a negociação da dívida da carteira previdenciária de Niterói da década de 1980, o que, segundo a administração municipal, representa economia de R$ 100 milhões para os cofres do município.
Em nota, Neves agradeceu o apoio do ministro. “A negociação da dívida da carteira previdenciária de Niterói trouxe uma economia de R$ 100 milhões para os cofres públicos da cidade. Também vim tratar do VLT e do Vida Nova no Morro, dois financiamentos de mais de R$ 700 milhões para projetos muito importantes para melhorar a qualidade de vida dos niteroienses”, disse. Durigan destacou a cooperação entre município e União. “A determinação do presidente Lula é que a gente trabalhe nesse federalismo cooperativo. Ver Niterói florescer com esses bons resultados e poder renegociar pleitos antigos que estão parados, gerando economia para a cidade, me deixa orgulhoso de poder contribuir com quem mora lá”, afirmou.
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Marcele Sardinha disse que o ministro “ratificou todo o apoio federal para a tramitação das etapas finais para assinatura do contrato do Vida Nova no Morro”. Ou seja, o contrato do programa ainda não foi assinado. O Vida Nova no Morro, feito em parceria com a ONU-Habitat, prevê ações integradas de urbanização, habitação, fortalecimento comunitário, desenvolvimento social e segurança cidadã nas 83 favelas de Niterói. A prefeitura diz que a implantação do VLT vai iniciar a modernização dos modais de transporte público da cidade.
O comunicado não informa quanto do total de mais de R$ 700 milhões vai para cada projeto, nem quando os financiamentos serão contratados. Também não detalha o trajeto, o prazo ou o custo do VLT, nem como foi fechado o acordo da dívida previdenciária, como o valor total devido ou quem era o credor.




