O projeto de implantação do VLT Botafogo – Leblon – Gávea foi integrado ao Estudo Nacional de Mobilidade Urbana (ENMU), desenvolvido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e pelo Ministério das Cidades. O plano integra um mapeamento que propõe políticas e bases para transformar o transporte público coletivo em 21 regiões metropolitanas do Brasil. Atualmente na fase de Projeto Funcional, a proposta prevê uma ligação por trilhos conectando os bairros da Zona Sul carioca. O projeto é uma das promessas da atual gestão para expandir o meio de transporte.
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O traçado projetado possui uma extensão de 10,40 quilômetros e prevê a retirada de faixas de rolamento das ruas São Clemente e Voluntários da Pátria para a circulação dos bondes modernos. A simulação técnica não avaliou outra solução tecnológica alternativa para o eixo.
Investimentos e dados operacionais
O ciclo inicial de aportes nominais estimados para o empreendimento é dividido em R$ 805 milhões destinados à infraestrutura e R$ 286 milhões voltados para a aquisição da frota.
A estrutura operacional e a demanda simulada para o sistema compreendem:
Estrutura e capacidade: O sistema será composto por 2 linhas integradas com implantação em superfície, totalizando 20 estações. Os veículos terão capacidade para transportar até 420 passageiros.
Frota e intervalos: A frota estimada para os eixos estruturais é de 10 veículos. No horário de pico, o intervalo programado entre as composições será de 8 minutos, realizando 7,50 viagens por hora. A velocidade operacional estimada para o VLT é de 15 km/h.
Projeção de demanda: Com base nas estimativas para o ano de 2054, o sistema deve registrar 66.871 embarques diários, o que representa uma movimentação mensal de 1.503.760 passageiros. Para o horário de maior movimento, a previsão é de 6.184 embarques na hora pico.







