Uma das principais missões do consórcio responsável pelo Trem Intercidades (TIC) e pela Linha 7-Rubi será a unificação das estações da Lapa. Atualmente, o bairro da Zona Oeste paulistana abriga duas paradas distintas, reflexo de uma herança histórica em que cada ramal era operado por uma empresa diferente.
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As origens das paradas
Lapa (Linha 7-Rubi): A estação mais antiga foi inaugurada em 1º de julho de 1899 pela São Paulo Railway (SPR), a pioneira das ferrovias no estado. De acordo com o portal Estações Ferroviárias, ela foi a última parada aberta pela SPR dentro da capital. Antes de sua existência, os passageiros precisavam se deslocar até a Água Branca ou utilizar a Parada Anastácio, logo após a ponte sobre o Rio Tietê.

Lapa (Linha 8-Diamante): Mais recente, a estação da antiga Estrada de Ferro Sorocabana foi entregue em 1º de junho de 1958. Inicialmente, a parada era conhecida como “Km 7”, nome que preservou durante grande parte de sua história.
Integração e chegada do metrô
O projeto de modernização prevê não apenas a junção física dessas duas estruturas, mas também a transformação da Lapa em um importante polo de conectividade. A nova estação unificada está projetada para receber a futura Linha 20-Rosa do metrô.
Este novo eixo metroviário conectará a região de Santa Marina ao ABC Paulista, passando pela Lapa e seguindo em direção a Santo André, consolidando o bairro como um ponto estratégico de integração entre trens metropolitanos, regionais e o sistema de metrô.






