Inaugurada em 1915, a ferrovia Santos-Juquiá (antigo Ramal de Juquiá) foi construída com bitola métrica para conectar o Porto de Santos ao município de Juquiá, atravessando cidades como Itanhaém e Peruíbe. Em 1986, a malha foi ampliada pela Fepasa com a extensão de 70 km entre Juquiá e Cajati, integrando também a cidade de Registro ao percurso.
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Durante o século 20, o ramal operava de forma integrada à capital paulista. O serviço de passageiros que partia da estação Barra Funda, e seguia pelos trilhos das linhas 8 e 9 até chegar no extremo sul da cidade, e então descia a serra pela ferrovia que liga a Baixada até Mairinque.
Tinha uma logística peculiar: ao chegar em Samaritá, no município de São Vicente, os vagões vindos de São Paulo eram acoplados às composições que seguiam viagem para Juquiá.
Além da conexão com a capital, existia um serviço diário que saía da estação Ana Costa, em Santos, com destino ao Vale do Ribeira. Essa linha de passageiros operou até o ano de 1997. No seu período de maior movimento, durante a década de 1960, a ferrovia chegava a oferecer sete horários diários partindo de Santos.
Perspectivas futuras
Atualmente, o futuro desses trilhos é discutido em dois projetos distintos, embora ainda sem uma proposta de integração direta:
- Trem Intercidades (TIC): focado na ligação entre a cidade de São Paulo e Santos.
- Estudo da CPTM: análise técnica para um possível serviço entre Santos e Cajati.












