O monotrilho da Linha 15-Prata otimizou o deslocamento dos passageiros na Zona Leste de São Paulo, oferecendo um trajeto mais rápido em comparação ao sistema de ônibus e garantindo conexão com o restante da malha metroferroviária por meio de tarifa única.
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No entanto, o balanço das composições é uma característica frequentemente notada. De acordo com reportagem do Estadão, declarações explicam o motivo: problemas na viga-guia e a falta de um sistema de amortecimento mais eficiente.
O diretor de Engenharia e Planejamento do Metrô, Roberto Torres Rodrigues, afirmou à reportagem que houve um aprendizado técnico após a implantação da Linha 15, e que esse conhecimento foi aplicado ao projeto da nova Linha 17-Ouro. “O aprendizado de uma linha sempre é levado para outra. Além disso, são projetos diferentes, de contratadas e fornecedores diferentes”, ressaltou o diretor. O Metrô, responsável por ambas as linhas, reitera que os dois sistemas são seguros.
Uma das principais evoluções para a Linha 17 visa justamente eliminar o tremor excessivo. O novo sistema de amortecimento, equipado com bolsas de ar, promete viagens mais suaves.
Sobre a infraestrutura da via, Alexandre Barbosa, diretor técnico da BYD Skyrail, também apontou questões relacionadas às vigas. “O trem da 15 chacoalhava muito por causa de um problema na via e pelo tipo de suspensão dos trens. Nossa suspensão dá mais estabilidade”, explicou Barbosa.
De qualquer forma, os passageiros poderão conferir essas melhorias na prática com a entrega da Linha 17, prevista para o final deste mês.




