O início da década de 1970 marcou o ponto de partida para a infraestrutura metroviária brasileira com o começo das obras do Pátio Jabaquara. No dia 1º de abril de 1971, o país dava o primeiro passo para construir o que seria o centro operacional pioneiro de sua malha de metrô.
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Transformação geográfica e histórica
Antes de se tornar o complexo técnico que conhecemos, a região do Jabaquara tinha características rurais. Segundo relatos de Kenzo Hori, geólogo e um dos primeiros colaboradores da Companhia do Metrô, a área era uma baixada composta por diversas chácaras. Hori, que ingressou na empresa em 1968 e encerrou sua trajetória em 1999 como chefe do Departamento de Projeto Civil, acompanhou de perto a metamorfose da paisagem local.
O Pátio Jabaquara em números
Atualmente, o local é um dos pulmões operacionais do sistema, que hoje supera os 100 km de extensão. Alguns dados impressionantes definem a magnitude do pátio:
Força de trabalho: Cerca de 1.027 profissionais, entre empregados diretos e prestadores de serviços, atuam na unidade.
Área total: O complexo ocupa um terreno de 330 mil m².
Capacidade e serviços: O espaço comporta o estacionamento de até 52 composições e abriga oficinas especializadas, um sistema mecanizado de lavagem de trens, almoxarifado e áreas administrativas.
Educação: O pátio também é a sede da universidade corporativa da Companhia do Metrô.
Cinquenta e cinco anos após o início de sua fundação, o Pátio Jabaquara permanece como uma peça fundamental para garantir a mobilidade de milhões de paulistanos que utilizam o sistema diariamente.








