Após adiar a possibilidade de greve, o Sindicato dos Metroviários de São Paulo promove, na noite desta terça-feira, 3 de março, uma nova assembleia que pode definir o rumo de uma eventual paralisação.
A categoria chegou a sinalizar que estava em “estado de greve”, estágio que precede a interrupção dos serviços. A entidade reivindica novas contratações em um cenário onde o Metrô de São Paulo caminha para ser concedido à iniciativa privada.
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Segundo o sindicato, completou-se uma década desde o último concurso público. “De lá para cá, a quantidade de funcionários foi reduzida pela metade e a empresa abriu um novo PDI (Plano de Demissão Incentivada). O governo se nega a contratar e, junto com a direção do Metrô, aposta na terceirização“, afirma a entidade.
O sindicato também cita os planos de expansão e concessão do estado. A Secretaria de Parcerias em Investimentos (SPI) do governo Tarcísio de Freitas publicou um documento que projeta a realização do leilão de privatização das futuras linhas 19-Celeste, 20-Rosa e 22-Marrom para setembro de 2026. Há planos de conceder essas linhas em lotes, junto com ramais antigos operados pela estatal.







