O ano de 2025 marcou um período de avanços significativos na infraestrutura de transportes do Centro-Oeste brasileiro, de acordo com um comunicado do Ministério dos Transportes. Impulsionada por aportes públicos e privados, a região registrou progressos em obras de grande porte, avançou na consolidação de concessões estratégicas e ampliou sua conexão com os principais corredores de exportação do país.
Esses investimentos inauguram um novo momento para a logística regional, com impactos diretos sobre o agronegócio, a redução de custos operacionais e o fortalecimento da ligação entre Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e o Distrito Federal e mercados considerados estratégicos.
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No setor ferroviário, o principal destaque de 2025 foi o avanço da Ferrovia de Integração Centro-Oeste (Fico). O empreendimento, que fará a ligação entre Goiás e Mato Grosso e terá integração com a Ferrovia Norte-Sul, superou a marca de 35% de execução física, consolidando-se como um corredor essencial para o escoamento da produção agrícola.
Outras iniciativas também contribuíram para o fortalecimento da malha ferroviária regional, como os investimentos voltados à operação plena da Ferrovia Norte-Sul (FNS) e da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA) em território goiano. Além disso, seguem em análise estudos para a implantação de novos ramais estaduais, com possíveis conexões entre municípios como Mineiros, Jataí, Rio Verde, Barra do Garças e Acreúna.
Dentro desse contexto, a Política Nacional de Outorgas Ferroviárias, lançada pelo Ministério dos Transportes em 2025, prevê a realização de oito leilões em 2026. Entre os ativos incluídos está a Malha Oeste, ferrovia estratégica com início em Mato Grosso do Sul. A iniciativa pode redesenhar o corredor de exportações do estado, ampliando a eficiência no transporte de minérios, combustíveis, celulose e outras cargas de grande volume.
Os investimentos nos mais 9 mil quilômetros de trilhos que serão concedidos em 2026 podem ultrapassar a marca de R$ 800 bilhões. O Anel Ferroviário do Sudeste (EF-118), a Ferrogrão, e o Corredor Leste-Oeste, composto por ferrovias que se encontram em fase de construção também pela Infra S.A.: a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL) e a Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (FICO) fazem parte das ferrovias previstas para serem concedidas.





