O serviço expresso do Trem Intercidades (TIC), no eixo Norte, entre São Paulo e Campinas, deverá contar com 15 composições, com características distintas daquelas utilizadas nos serviços metropolitanos. Por se tratar de um serviço seletivo, com venda de passagens por assento marcado, o layout dos trens será diferente, especialmente na disposição interna e no posicionamento das portas.
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Ainda não há definição sobre onde serão fabricadas as novas composições, que poderão operar a velocidades de até 140 km/h. Segundo o presidente da TIC Trens, Pedro Moro, durante coletiva de imprensa com a mídia especializada — da qual o Via Trolebus participou —, o local de produção dos trens do serviço expresso segue em aberto. De acordo com ele, eventuais novas encomendas para a fabricante chinesa CRRC podem influenciar a definição da unidade responsável pela produção.
No caso dos sete trens do serviço Trem Intermetropolitano (TIM), a fabricação ocorrerá em Araraquara, onde a CRRC está implantando uma nova planta industrial voltada ao atendimento de operadoras urbanas. A unidade, por exemplo, poderá produzir parte dos 44 novos trens do Metrô de São Paulo, além de seis composições para a ViaQuatro, e ainda atender a uma possível demanda do Metrô de Salvador.
Em relação aos 15 trens do serviço expresso do TIC, Moro explicou que existe a possibilidade de produção em Araraquara, caso a fabricante consiga fechar contratos para outros projetos em análise pelo grupo, como o Trem Intercidades Eixo Oeste, entre São Paulo e Sorocaba. Também há expectativa de novos serviços regionais no horizonte. No âmbito federal, existem cinco projetos semelhantes em estudo, além do já anunciado corredor entre Porto Alegre e Gramado, no Rio Grande do Sul.





