VLT

Paradas há 5 anos, governo ainda busca solução para obras do VLT de Cuiabá

Com poucos quilômetros construídos, e 40 trens zero km parados em pátio, as obras do VLT de Cuiabá e Várzea Grande são uma das promessas para a copa do mundo que acabou não saindo do papel.

No entanto, ainda há intenção de setores da administração pública em tirar o projeto do papel. De acordo com reportagem da Revista Veja da semana passada, um termo de parceria firmado pelo chefe da Procuradoria Geral da República, Augusto Aras, com o Ministério de Infraestrutura e o Ministério Público Federal pode ajudar a destravar o VLT.

Pelo termo de cooperação, Aras passa a analisar editais e outros documentos de obras federais, estaduais e municipais travadas por problemas de irregularidades ou corrupção.

As decisões de Aras podem liberar projetos e editais e ainda de carimbar a renovação antecipada de contratos, com respeito às normas do teto de gasto.

O sistema teria 22,2 km de extensão dividido em duas linhas. A primeira linha seria implantada ligando o Centro Político Administrativo (CPA), em Cuiabá ao Aeroporto Internacional de Cuiabá, em Várzea Grande, já a segunda linha ligaria a Região do Coxipó ao Centro Sul, ambas em Cuiabá. O sistema teria 32 estações e tem o custo estimado em 1,4 bilhão de reais.

Sobre o autor do post

Renato Lobo

Paulistano, profissional de Marketing Digital, técnico em Transportes, Ciclista, apaixonado pelo tema da Mobilidade, é o criador do Portal Via Trolebus.

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