Metrô SP

ViaMobilidade passa a fazer testes com os trens da frota F na Linha 5-Lilás do Metrô

Após a divulgação em que o Metrô havia liberado e ajustados os trens da frota F para uso na Linha 5-Lilás, a ViaMobilidade, concessionária responsável pelo eixo metroviário, confirmou a volta das composições para operação no trecho entre Capão Redondo e Chácara Klabin.

Perguntado pelo Via Trolebus sobre o retorno das composições, a concessionária disse que “os trens da Frota F que estão sendo liberados parcialmente pelo Metrô passarão por um período de testes e ajustes”. A empresa diz ainda que “a inserção dos trens na operação da linha será comunicada pelos canais oficiais da concessionária”.

Trata-se de oito composições que foram fabricadas entre 2001 e 2002. Os comboios saíram de cena após o Metrô trocar o sistema de sinalização, que passou a operar por meio do CBTC, em português que significa sistema de Controle de Trens Baseado em Comunicação, tecnologia de controle e sinalização ferroviária que faz uso de comunicações bidirecionais entre o equipamento do trem e o equipamento na via, com o objetivo de gerenciar o tráfego.

A partir de 2017, a Linha 5 passou a contar com os trens da série 500 fase II, chamados na época de frota P.

Sobre o autor do post

Renato Lobo

Paulistano, profissional de Marketing Digital, técnico em Transportes, Ciclista, apaixonado pelo tema da Mobilidade, é o criador do Portal Via Trolebus.

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  • A responsabilidade pela adaptação dos trens fabricados pela Alstom (Alstom-Metrópolis), mais conhecidos como Frota F para operar com o sistema CBTC-“Controle de Trens Baseado em Comunicação”, caberia à Bombardier em substituição ao ATC nos trens antigos pela atual Frota P, fabricada pela CAF.

    Da mesma forma causa estranheza que os custos e a administração desta modernização é bancada pelo Metrô, e não pela concessionária.

    Nota; Assim como acontece nas indústrias automobilística, eletrodomésticos etc. vale ressaltar da inconveniência de um montador concorrente fazer esta troca de componentes, o ideal seria seu próprio fabricante.
    Vale lembrar que esta Linha-5 possui modal divergente das Linhas-1, 2 e 3, e portanto suas composições possuem características próprias que bloqueiam a interpenetração com outras linhas, como bitola, forma de alimentação elétrica, largura de carruagem e finalmente a distância entre as portas, que deveram coincidir obrigatoriamente com as portas fixas nas plataforma que estão sendo implantadas. (Nesta situação fica clara a importância da padronização).

    A Linha-5 Lilás até poderia se interpenetrar na Linha 2-Verde sem transbordo, mas infelizmente foi concebida em modais diferentes, porém a boa notícia é que existe um estudo avançado para se estender seu terminal da Chácara Klabin para a Estação Ipiranga da Linha 10-Turquesa da CPTM, assim como já foi confirmado para a Linha 15-Prata.

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