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Monotrilho da Linha 15-Prata tem quarta falha nesta segunda-feira (2)

A operação da Linha 15-Prata, operada por meio de monotrilho, este prejudicada em diversas horas desta segunda-feira, 2 de dezembro. A mais recente, uma interferência na via, afeta a circulação dos trens desde as 18h49. Havia relatos de acessos fechados.

Mais cedo, por volta 14h19, a linha já havia apresentado o mesmo tipo de problema, que também afetou a operação logo no começo da operação comercial, por volta das 05h38. Mais cedo ainda, por volta 05h19, a operação era prejudicada por conta de falta de energia elétrica.

A linha 15 liga as estações Vila Prudente e Jardim Planalto, e transporta cerca de 100 mil passageiros por dia.

Sobre o autor do post

Renato Lobo

Paulistano, profissional de Marketing Digital, técnico em Transportes, Ciclista, apaixonado pelo tema da Mobilidade, é o criador do Portal Via Trolebus.

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  • Com relação ao desempenho técnico do atual monotrilho Linha 15-Prata, por ser um protótipo de alta capacidade, deveria ser finalizado e comprovado sua eficácia e desempenho antes de se especificar este tipo de modal para quaisquer outras linhas, pois os problemas técnicos tem apresentado uma freqüência acima do normal!

    Comparativos: A capacidade é expressa em número de passageiros por hora por sentido (p/h/s), assim BRT, VLT, Monotrilho – 4000 a 40000 p/h/s desde que trafeguem até 80km/h (Monotrilho), o que não é recomendado nesta fase inicial e também não é o caso desta Linha-15-Prata, portanto muito aquém dos 55000 p/h/s anunciados, enquanto Metrô e Trens suburbanos – 20000 a 60000 p/h/s.

    • O monotrilho não tem apresentado problemas acima do normal. Todas as linhas do metrô apresentam esse tipo de problemas em sua fase de implantação, sendo esperado.

      Se dependesse de Leoni, São Paulo só teria uma linha de metrô e olhe lá, pois a Linha Azul apresentou vários problemas durante sua operação inicial, sendo que a estabilização da linha só ocorreu em 1987, cerca de 13 anos depois de sua inauguração.

      Esse comportamento é perfeitamente explicado pela chamada “Curva da Banheira”, que serve para ilustrar o funcionamento de um equipamento em toda a sua vida útil. O monotrilho ainda está no início da curva da banheira onde o índice de falhas é alto. Depois da inauguração de Jardim Colonial, o nível de falhas irá cair e se estabilizar. A Linha Azul hoje, por exemplo, está no final da curva da banheira, com falhas cada vez mais frequentes. Isso se deve ao fim da vida útil de alguns sistemas como o de sinalização da linha (projetado entre 1968 e 1974).

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