CPTM

Linha 10-Turquesa da CPTM será prioridade na próxima compra de trens

A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos – CPTM trabalha na compra de novas composições, e a Linha 10-Turquesa será a primeira beneficiada. A informação é do presidente da Companhia, Pedro Moro, que contou a informação durante a manhã desta terça-feira, 9 de abril, durante entrega de um trem para a Linha 7-Rubi.

Moro, disse que os termos de referência estão sendo elaborados para a próxima compra. “A linha 10 Turquesa será a prioridade nesta renovação. É uma ligação muito importante que precisa de nova frota”, disse.

Atualmente, a ligação ferroviária que corta o ABC Paulista, conta com composições fabricadas na década de 70, da série 2100, além de poucos trens da série 7500, mais novos.

O presidente não disse quantas unidades seriam, mas informações obtidas pelo Via Trolebus dão conta de que este número pode chegar a 65 novas composições, adquiridas no horizonte entre 2021 e 2025.

A nova frota serviria para atender, além da Linha que vai para Rio Grande da Serra, para a “Linha 9-Esmeralda até Varginha, extensão do Expresso Leste até Barra Funda e melhoria de oferta nas linhas”.

O forma de aquisição poderia ser mista, sendo parte adquirida por meio de financiamento, ou por Leasing, assim como o Metrô estuda a compra de novos trens, e a terceira alterativa uma Parceria Público-Privado – PPP nos moldes da compra dos trens da série 8000, da Linha 8-Diamante, com foco na prestação de serviços de manutenção e modernização.

Sobre o autor do post

Renato Lobo

Paulistano, profissional de Marketing Digital, técnico em Transportes, Ciclista, apaixonado pelo tema da Mobilidade, é o criador do Portal Via Trolebus.

1 comentário

Clique aqui para postar um comentário

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

  • Não precisam ser trens novos, mas que estejam em bom estado sem ter que se utilizar estribo inconveniente!!!

    Espero que estes administradores já tenham aprendido a especificar a largura correta das carruagens destes 34 novos trens entre 3,05 e 3,15m sem que seja necessário usar estribo nas portas, e acabar com aquela velha desculpa que o vão entre a plataforma e os trens era pelo fato de se trafegar trens cargueiros, pois as antigas composições da Budd em aço inox que fizeram o trajeto entre Francisco Morato até Paranapiacaba por mais de trinta anos não as possuíam, sendo que na época a quantidade do trafego cargueiro era muito maior que hoje, e ainda existem algumas composições restauradas como testemunha desta minha afirmação para comprovar este fato.

    Nota; Esta especificação incorreta da largura das carruagens que tem provocado inúmeros acidentes começou no ano de 1996 com a importação de composições usadas serie 2100 da Espanha da década de 70 que possuíam a bitola ibérica (maior) e foram rebitolados e instalados aqueles estribos, pois era impossível corrigir a largura das carruagens ~2,85m, algumas destas composições trafegavam até pouco tempo na Linha 10-Turquesa.

    A norma que dispõe da acessibilidade e ergonomia em trens urbanos é a NBR-14021 da ABNT, e no item: 5.6.4 – Vão e desnível entre o trem e a plataforma 10 cm no máximo (horizontal) e 8 cm no máximo de desnível (vertical), porém ela é omissa com relação ao comprimento máximo do estribo.

    “Quando não se aprende com os erros do passado, corre-se o risco de repeti-los no presente.”

Publicidade

Assuntos

Anúncios