Estação Higienópolis-Mackenzie opera em horário normal a partir de sábado, 3

A oitava parada da linha 4 – amarela, que foi inaugurada no último dia 23, passa a funcionar em horário integral a partir deste sábado, 3.

O horário de funcionamento será o mesmo do restante da linha, das 4h40 à meia-noite nos dias úteis e domingo, e das 4h40 à 1h aos sábados.
Neste sábado, 3, e domingo, 4, haverá grande concentração de blocos de carnaval na região, o que fará com que a estação apresente grande movimento.


Autor: Caio Lobo

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Paulistano e Corinthiano, formado em Marketing porém dedicou sua experiência profissional, pós-graduação e MBA na área de Finanças. Temas relacionados à mobilidade urbana o fascinam, principalmente quando se fala de metrô.

10 Comentários deste post

  1. Grande notícia para São Paulo, mais um passo dado.

    Felix /
  2. ué!! Mas o PSDB não é bom, não é ético? O povo de SP, gosta mesmo é de ser enganado. Depois ficam falando do LULA. Saí pra lá, bando de hipócritas!!!

    Joel /
  3. Espero que o povo do carnaval não passe pela estação quebrando os vidros, pixando tudo, mijando em tudo e quebrando tudo… #prontofalei

    Rafael /
  4. Uma coisa difícil de entender. As obras do metrô são demoradas e caras basicamente porque necessitam escavar o subsolo da cidade, cruzando uma infinidade de tubos de água e esgoto e, no caso paulistano, do perigoso gás natural. Fora o lençol freático, rios canalizados etc. A cidade de São Paulo contaria ainda com trechos de solo pouco consistente, o que dificultaria ainda mais o trabalho de abrir grandes túneis por onde os trens devem correr (de qualquer modo túneis muito menores que os rodoviários e com capacidade de transporte de pessoas muito maior).

    Tudo isso parece lógico e racional.

    Aí a ViaQuatro constrói túneis ligando ao menos as estações Butantan e Luz e os coloca em estado operacional, com trens percorrendo todo o percurso desde 2011. Ou seja: todos os delicadíssimos entraves técnicos de conter o solo instável, transpor canos, riachos etc. foram superados. Perfeito.

    Eis que, com 90% da obra pronta em seus aspectos mais difíceis e demorados, somos informados que a conclusão de algumas estações demorará anos e anos. Sete anos, na verdade. Nem vou entrar no mérito das estações Morumbi e Vila Sônia. Mas Fradique Coutinho, Higienópolis, Oscar Freire…

    A justificativa dada de forma muito discreta, com o fatalismo de quem trata da morte, é que houve “problemas burocráticos.” Como se isso algo natural e aceitável. Um mero detalhe sem importância.

    O que houve, de fato, foi falta de vontade da empresa privada operadora, que certamente concluiu que o custo de construir as estações não seria compensado pelo respectivo movimento de usuários. E com isso milhares de passageiros foram prejudicados. É isso que ocorre quando se impõe a lógica de mercado a um serviço público.

    Imaginem se a Cia. do Metropolitano fosse guiada por essa lógica quando inaugurou estações como Saúde, Praça da Árvore ou São Judas nos anos 1970.

    Arnaldo F /

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