Tecnologia embarcada é a melhor solução para frota limpa, diz prefeitura de SP

Durante reunião do Conselho Municipal de Transportes e Trânsito, ocorrida nesta quinta-feira, 16 de fevereiro, o Secretários dos Transportes e Mobilidade de São Paulo, Sergio Avelleda, respondeu sobre o transporte limpo em novos projetos da prefeitura.

Segundo Avelleda, os veículos com tecnologia limpa embarcada parecem ser a solução mais viável. Ou seja, movidos a bateria ou híbridos. A declaração evidencia que a administração municipal não tem planos a expansão do sistema trólebus.

Os ônibus elétricos que são tracionados sem a necessidade de rede aérea vem se popularizando no mundo. Atualmente na cidade, três veículos de tecnologia da empresa Chinesa BYD operam em testes. Além desta montadora, outras gigantes também desenvolvem ônibus de tração elétrica, como a Scania e a Toyota.

Recentemente a Volvo comercializou 90 veículos elétricos plugin para a Bélgica. Já em Londres, nos próximos meses, cerca de 20% da frota será movida ou por ônibus elétricos ou por veículos híbridos. Na China, foi contabilizado no ano de 2016, 115.700 ônibus elétricos vendidos. Em foram apenas 1.672 unidades.


Autor: Renato Lobo

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Paulistano, Técnico em Transportes, Ciclista, apaixonado pelo tema da Mobilidade, é o criador do Portal Via Trolebus.

11 Comentários deste post

  1. Só dizer não adianta, as empresas precisam ser obrigadas a terem uma frota minima rodando, e não só teste eterno.

    Rodrigo Santos / Responder
  2. Quando a BYD fazer só a plataforma ,para que as encarroçadoras aqui no Brasil pode encarroçar os ônibus e a Mercedes desenvolver um hibrido pra concorrer com a Volvo,ai sim teremos muitos desses carros por aqui, mas por enquanto acho dificil, até mesmo porque ainda não são tecnologias baratas,mas quem sabe…

    Mauri / Responder
    • O problema não e bem isso, as empresas podem muito bem pagar por isso, a Metra ta ai pra mostrar isso, o problema e o monopólio da caio em SP.

      • A metra ,apesar dos bons serviços, não serve de parâmetro, pois ela opera um sistema de corredor sozinha, e eu quis dizer isso mesmo, sobre os monopólios, pois se tivesse só a plataforma e pudesse encarroçar, seria mais fácil, pois ai a Caio forneceria a carroceria.

        Mauri / (em resposta a Rodrigo Santos) Responder
  3. Espero que esses trolebus sumam, eles contruibuem com a poluição visual de São Paulo com esses cabos aérios.

    Jurandir / Responder
  4. Eu prefiro a poluição visual da rede aérea dos TROLEIBUS, dos TRENS da CPTM ou dos VLTs com rede aérea, do que a poluição do ar matando milhares de pessoas por doenças, inclusive cancer no sistems respiratóruio. Essa tal de poluição visual é pura frescura e infelizmente acabou com metade da frota de troleibus em São Paulo no Governo Marta!

    CARLOS ALBERTO GUADAGNIN / Responder
    • Se quase todas linhas fossem eletricas, já seria o motivo das empresas e corta o custo do diesel em econimiza sem combustivel, e aumento de preço demora ou fica mais barato as passagens.

  5. Também tem de restringir o uso do automóvel que é responsável por 65% da poluição atmosférica. Porque o transporte individual não deve contribuir com nada para a melhoria do ar? O passageiro transportado por ônibus polui muito menos do que o se desloca de automóvel. Além de melhorar a tecnologia dos ônibus, também é preciso reduzir o número de carros nas ruas, esse sim o grande poluidor.

    Evaristo / Responder

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