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Alexandre Baldy de volta à Secretaria dos Transportes Metropolitanos

Quem acompanha a conta do secretário dos transportes metropolitanos, Alexandre Baldy, no Instagram, pode acompanhar o titular que estava licenciado do cargo em visita ao sistema metroferroviário. O ex-ministro do governo Temer andou pelas linhas 4-Amarela, 3-Vermelha, 15-Prata e 11-Coral. De acordo com o Diário do Transporte, Baldy está de volta ao comando da pasta.

A volta deputado federal por Goiás se deu após uma decisão do ministro do STF – Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, que suspendeu a ação penal da Lava Jato contra Alexandre Baldy. O secretário respondeu na Justiça Federal por possíveis atos ilícitos, como corrupção na área da saúde. Baldy chegou a ser preso por alguns dias.

A assessoria do secretário, por sua vez, diz que “Alexandre Baldy é empresário e industrial, tem sua vida pautada pelo trabalho, correção e retidão, seja no setor privado ou público”. A nota diz ainda que o ex-ministro “sempre esteve e segue à disposição para esclarecer quaisquer questões sobre a sua vida ou as funções públicas as quais exerceu“.

Sobre o autor do post

Renato Lobo

Paulistano, profissional de Marketing Digital, técnico em Transportes, Ciclista, apaixonado pelo tema da Mobilidade, é o criador do Portal Via Trolebus.

1 comentário

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  • Durante a sua vacância, Paulo Galli, na época foi secretário em exercício, que assumiu o lugar de Alexandre Baldy interinamente a Secretaria dos Transportes Metropolitanos, durante conferência na 26ª Semana de Tecnologia Metro ferroviária realizada em São Paulo, para tornar o eixo de ramais da região central capaz de oferecer mais viagens e linhas no eixo que vai do engº Goulart à Barra Funda, uma espécie de “linha de alta frequência”, ou seja segundo ele, somente com esta funcionalidade do sistema de sinalização, o CBTC (Communications Based Train Control), bastaria e permitiria a redução no intervalo da linha com o consequente acréscimo de mais trens na operação seria o suficiente, não necessitando a ampliação de estações no trecho entre Brás e Lapa.

    Por estas declarações percebe-se que continua aquela mentalidade dos gestores que não é necessário se construir e ampliar e expandir as linhas neste trecho, somente com tecnologia se resolve.

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