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Prefeitura do Rio pagará possíveis “calotes” do VLT

Assim como em outros países, o VLT do Rio de Janeiro não terá catraca, o que pode acarretar em “calotes” por parte de alguns usuários. Somente as estações da praça 15, Central do Brasil e Rodoviária serão fecahadas pois espera-se um maior movimento. Para pagar, o usuário terá que validar seu cartão voluntariamente em máquinas dentro dos trens.

A prefeitura irá cobrir o prejuízo que a concessionária tiver caso os calotes excedam 10% do total de embarques. Neste caso, o prejuízo será dividido entre a concessionária a a prefeitura. Caso ultrapasse 20%, a prefeitura ressarce sozinha a concessionária. O controle de quantidade de usuários serão feitos pelas portas. A prefeitura porém conta com a “civilidade” carioca.

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Optamos por apostar na civilidade, na possibilidade de civilizar o usuário carioca. O cidadão, ao perceber a qualidade do transporte que ele está usufruindo, vai voluntariamente fazer essa validação”, disse Luiz Lobo, diretor de operações da Cdurp (Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região Portuária).

Haverá fiscais circulando pelos trens verificando os cartões dos passageiros para verificar se efetuaram o pagamento. A princípio não haverá multa, pois isto depende de uma nova lei municipal, mas caso o passageiro não tenha validado o cartão, ele deve fazer neste momento.

“Não queríamos construir na cidade estações fechadas que se transformem em empecilho para os pedestres. Mas elas foram construídas já com a possibilidade de receber catracas”, disse Luiz.

Sobre o autor do post

Caio Lobo

Paulistano e Corinthiano, formado em Marketing porém dedicou sua experiência profissional, pós-graduação e MBA na área de Finanças. Temas relacionados à mobilidade urbana o fascinam, principalmente quando se fala de metrô.

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Via Trolebus