Funcionários da ViaQuatro passam a ser geridos pelo Sindicato dos Metroviários

O sindicato dos metroviários soltou uma nota nesta quarta, 4, que foi vitorioso no julgamento do recurso no Tribunal Superior do Trabalho (TST) sobre a representação sindical dos funcionários da Linha 4-Amarela.

De acordo com o sindicato, mesmo que a CCR tente entrar com recurso, a decisão do TST já passa a valer a partir da publicação no Diário Oficial pois a decisão foi unânime.

 


Autor: Caio Lobo

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Paulistano e Corinthiano, formado em Marketing porém dedicou sua experiência profissional, pós-graduação e MBA na área de Finanças. Temas relacionados à mobilidade urbana o fascinam, principalmente quando se fala de metrô.

15 Comentários deste post

  1. E assim termina a eficiência da linha 4. Uma das poucas coisas boas que parecia ter acontecido com a reforma seria o fim do cancer chamado Sindicato….. ledo engano

    maycon /
    • Chamar sindicato de câncer me parece um comentário do início da era industrial. Se vc nao for dono de uma grande empresa, chega a ser ridículo dizer isso. O Sindicato é a unica coisa que nos separa de jornadas de 20 horas diárias, sem assistência nenhuma, como era no início do século 20.

      • Cris, o sindicato dos metroviários deixou de existir a partir do momento em que seus dirigentes se filiaram a partidos políticos. Hoje os “Metroviários” é massa de manobra do PSTU e não defende mais a categoria (mas sim os interesses do partido).

      • Assista o vídeo :”Veja o que diz Marchezan sobre a justiça do trabalho ” . Ali Marchezam coloca a mão na ferida do que são os sindicatos e a justiça do trabalho.

      • Sindicatos são estruturas arcaicas que remontam ao início da era industrial. Hoje, não passam de meros instrumentos de arrecadação e politicagem manipulados pela CUT e PT. Um país moderno não precisa de sindicatos. Precisa de leis modernas que protejam o empregado.

    • Eficiente por ser uma linha extremamente curta comparada com as demais.

      • Linha 15 – Prata manda lembranças…

        Linha curta, só da problema também.
        Vamos ver qdo ela chegar a São Mateus, se vai ter alguma qualidade….

        idade nada tem a ver, o que conta é a GESTÃO.
        Se a gestão for ruim, pode dar a melhor linha do mundo que vai ser ruim, só vai ter problemas.

  2. Muito bom para que tenham os mesmos direitos dos demais metroviários (inclusive direito a greve).
    O nome disso é isonomia.

    Fabio /
    • Não em serviço essencial que é transporte publico.

      Art. 10 São considerados serviços ou atividades essenciais:

      […]

      V – transporte coletivo;

      […]

      Art. 11. Nos serviços ou atividades essenciais, os sindicatos, os empregadores e os trabalhadores ficam obrigados, de comum acordo, a garantir, durante a greve, a prestação dos serviços indispensáveis ao atendimento das necessidades inadiáveis da comunidade.

      Fonte: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L7783.htm

      QUEM TEM DIREITOS, TEM DEVERES!

    • Podem fazer greve, mas tem que manter o serviço essencial para atendimento a população, é lei federal, está na constituição que trata do direito de greve.

      A partir do momento que paralisam o serviço, perdem a razão e por isso que o governo ganha facinho as liminares no tribunal regional do trabalho.

      Tem mais é que multar esses pelegos esquerdistas FDP

  3. Pra quem achava que a única vantagem de privatizar era não ter greve né… haha.

    Gabriel Rezende /
  4. Acho que não muda muita coisa.

  5. Eu tô lendo muita gente falando muita coisa alheia e não vejo falarem os fatos em si. Podem procurar, a linha 4 amarela era vinculada ao SINDECREP/SP o sindicato dos funcionários de ESTRADAS DE RODAGEM. E isso é irregular, seria como se vinculassem os aeroportos ao sindicato dos correios ou vincular os enfermeiros no sindicato dos têxteis.
    Provavelmente a CCR fez isso porque lhe convém.
    O sindicato precisa ser específico porque eles devem conhecer a fundo as atividades em cada ramo da empresa. Imagine POR EXEMPLO: um funcionário do metrô explicando sobre um acidente na oficina. O sindicalista tem que ao menos entender os termos específicos como: Rodeiro, bitola, truque, sapata, material rodante, pinhão, engate…
    Que fique claro aqui que eu não sou a favor de greve, mas sou a favor de qualidade de emprego, e já senti na pele o que é trabalhar em um lugar onde querem dar jeitinho ao invés de garantir a segurança do empregado. E ainda tinha gente que falava que se houvesse acidente podia “por no pau a empresa” sem se preocupar na sua integridade física.

    Rafael de Souza /
    • EXATAMENTE! (palmas mentais por aqui)

      Há uma série de comentários insensíveis por aqui imperando apenas o egoísmo e o preconceito.

      Liberdade de expressão e direito de pensar o que quiser todo mundo tem, porém dizer que isso é ruim para os funcionários é muita ignorância. Se você trabalha em uma padaria você gostaria que quem representasse sua classe fosse o Sindicato de Bares e Restaurantes ou o Sindicato dos padeiros? Qual lhe traria melhor exclusividade para garantir seus direitos?

      O lado político dos sindicatos é questionável mas por que ninguém questiona o lado político do empresariado que havia feito essa manobra de colocar seus funcionários num sindicato que não se relaciona com o trabalho executado?

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