Bruno Covas define que concessão dos transportes será de 20 anos

Alterando a proposta do ex-prefeito de São Paulo, João Doria, Bruno Covas determinou que a nova concessão tenha contratos de 20 anos, e não de 10 a 15 como era a ideia anterior.

O edital de licitação deveria ter sido publicado no último dia 16 e agora a previsão é que ele seja lançado na próxima terça, 24.

Doria estava convencido de que a diminuição do prazo favoreceria a renovação das empresas que operam as linhas de ônibus e que, dessa maneira, o sistema estaria mais propício a assimilar as inovações tecnológicas.


Autor: Caio Lobo

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Paulistano e Corinthiano, formado em Marketing porém dedicou sua experiência profissional, pós-graduação e MBA na área de Finanças. Temas relacionados à mobilidade urbana o fascinam, principalmente quando se fala de metrô.

6 Comentários deste post

  1. Errou feio o Bruno. 20 anos é tempo demais!

    Josh / Responder
  2. Deve amarrar ao Contrato inovações futuras.

    Felix / Responder
  3. Nossa. 20 anos. Falta isso pro contrato atual de Goiânia encerrar. Contrato este que começou em 2008 e vai de mal a pior.

    Rodrigo Branquinho / Responder
    • Se eu não estiver enganado, o contrato assinado em 2008 em Goiânia é válido por 20 anos e não por 30 anos (como seria se o que estiver falando for verdade). Pode confirmar onde achou essa informação?

      O.Juliano / (em resposta a Rodrigo Branquinho) Responder
  4. A ideia de 10 ou 15 anos era melhor. Porém deveria ter aberto uma exceção para ônibus à energia elétrica como os trólebus e os novos à bateria, estes poderiam ter contratos específicos maiores como 20 anos mesmo.

    O.Juliano / Responder

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