Aeroporto de Belém tem crescimento de 90% na movimentação de cargas no 1º trimestre

O Terminal de Logística de Carga (Teca) do Aeroporto Internacional de Belém (PA) movimentou 430 toneladas de cargas no primeiro trimestre de 2018. Se comparado ao mesmo período do ano anterior, quando foram processadas 255 toneladas, o aumento foi de 90%.

O destaque foi para o segmento de importação, com foco em partes, peças e equipamentos para os setores de mineração, metalurgia e construção naval do estado do Pará. Esses produtos somaram 129 toneladas de todo o processamento do complexo logístico, provocando um crescimento de 166% em relação aos três primeiros meses de 2017.

Os resultados do segmento de exportação também foram positivos, com 300 toneladas de cargas enviadas para fora do país, apresentado um incremento de 80%, em relação ao mesmo período de 2017, que contabilizou 166 toneladas. Os principais produtos exportados pelo terminal de cargas de Belém são: bexiga de peixe, peixes ornamentais e polpa de frutas. Já os principais mercados são os Estados Unidos, China, Tailândia, Malásia e o Reino Unido.

O coordenador Negócios em Logística de Carga do Val-de-Cans, Emanoel Leite Junior, explica que “os resultados obtidos no primeiro trimestre superaram todas as expectativas previstas para o período, indicando a continuidade da tendência de crescimento na movimentação de cargas iniciada ao longo de 2017, principalmente com a conquista de novos clientes nos seguimentos de informática, tecnologia e construção naval”.

Além do Pará, o terminal de cargas do Aeroporto de Belém atende empresas dos estados do Maranhão (MA) e do Amapá (AP). Instalado numa área de aproximadamente 1 mil m², o complexo logístico é dotado de instalações administrativas e para a armazenagem das cargas (importação e exportação). A capacidade de armazenamento do local para cargas comuns é de até 100 toneladas, envolvendo mercadorias soltas e de diversos tipos. No caso de cargas refrigeradas (entre 3 e 8ºC) –  há espaço de até 35 m³ – que podem ser armazenadas em três câmaras frigoríficas.

Fonte: Assessoria Infraero

 


Autor: Caio Lobo

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Paulistano e Corinthiano, formado em Marketing porém dedicou sua experiência profissional, pós-graduação e MBA na área de Finanças. Temas relacionados à mobilidade urbana o fascinam, principalmente quando se fala de metrô.

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